Preocupados com fuga de criminosos, secretários de MG, SP e ES cobram ministro

Secretários de Segurança Público de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo deve se reunir com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, na próxima quinta-feira, 22, para discutir os efeitos colaterais do decreto de intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro; encontro foi pedido pelo secretário de Segurança de Minas, Sérgio Barboza Menezes; ele e os demais secretários estão apreensivos com a possibilidade de fuga de criminosos do Rio para Estados vizinhos e solicitaram a reunião justamente para abordar o problema

Secretários de Segurança Público de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo deve se reunir com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, na próxima quinta-feira, 22, para discutir os efeitos colaterais do decreto de intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro; encontro foi pedido pelo secretário de Segurança de Minas, Sérgio Barboza Menezes; ele e os demais secretários estão apreensivos com a possibilidade de fuga de criminosos do Rio para Estados vizinhos e solicitaram a reunião justamente para abordar o problema
Secretários de Segurança Público de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo deve se reunir com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, na próxima quinta-feira, 22, para discutir os efeitos colaterais do decreto de intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro; encontro foi pedido pelo secretário de Segurança de Minas, Sérgio Barboza Menezes; ele e os demais secretários estão apreensivos com a possibilidade de fuga de criminosos do Rio para Estados vizinhos e solicitaram a reunião justamente para abordar o problema (Foto: Aquiles Lins)

247 - Secretários de Segurança Público de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo deve se reunir com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, na próxima quinta-feira, 22, para discutir os efeitos colaterais do decreto de intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro. 

O encontro foi pedido pelo secretário de Segurança de Minas, Sérgio Barboza Menezes. Ele e os demais secretários estão apreensivos com a possibilidade de fuga de criminosos do Rio para Estados vizinhos e solicitaram a reunião justamente para abordar o problema, com o objetivo de saber quais medidas preventivas podem ser tomadas.

A medida foi criticada pela oposição no Congresso. "A intervenção anunciada pode ser um perigoso passo para a consolidação e o aprofundamento de um estado de exceção no Brasil", escreveram a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, e os líderes do partido na Câmara, Paulo Pimenta (RS), e no Senado, Lindbergh Farias, em nota divulgada na noite desta sexta.

Para os petistas, o governo não está preocupado com a segurança da população, "mas apenas com sua sobrevivência política". Gleisi, Pimenta e Lindbergh argumentaram, ainda, que a intervenção foi feita para "contornar dificuldades políticas do governo Temer", que enfrenta baixíssima popularidade e muitos obstáculos para aprovar a reforma da Previdência.

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