Processo sobre Rose "será feito com cuidado e eficiência"

É o que garante o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, "mesmo que isso doa na nossa própria carne, porque, na realidade atual, nada fica mais embaixo do tapete". Ele se refere ao processo administrativo aberto na Controladoria-Geral da União (CGU) para investigar os envolvidos no esquema de venda de pareceres revelado pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federa

Processo sobre Rose "será feito com cuidado e eficiência"
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Lourenço Canuto
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O processo administrativo aberto na Controladoria-Geral da União (CGU) para investigar Rosemary Noronha, ex-chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo, "será feito com  o cuidado e a eficiência necessária, dando à acusada o direito de defesa que toda pessoa deve ter, dentro da democracia",  disse hoje (29) o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Para o ministro, o atual governo e o anterior colocaram em prática as leis contra a corrupção, "mesmo que isso doa na nossa própria carne, porque, na realidade atual, nada fica mais embaixo do tapete".  Segundo ele, "as instituições têm apoio para funcionar doa a quem doer, porque o governo tem coragem de fazer as coisas de forma clara e transparente".

A decisão da Casa Civil da Presidência da República, que aprovou ontem (28) o relatório final da Comissão de Sindicância Investigativa criada para tratar do assunto e encaminhou os resultados à CGU, "é um fato natural", dada a vinculação da ex-funcionária com um órgão da Presidência, destacou o ministro, em entrevista no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, onde participou do Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas.

"Acho que a democracia é isto: hoje o Brasil pune mais que antes, o que não significa que a corrupção tenha aumentado", destacou Carvalho. Ele relembrou pensamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o qual, "quem não quer ser investigado que não erre".

Em episódios como o que envolveu a ex-assessora, investigada pela Operação Porto Seguro da Polícia Federal, iniciada em novembro do ano passado, é natural, segundo Gilberto Carvalho,  "que todas as esferas que têm responsabilidade em uma questão cumpram seu papel, promovendo uma investigação".

 

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