Próximo capítulo da Lava Jato tem delações e anistia

Para a jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, "a novela está longe do fim"; "Pelo menos dois fatos decisivos estão prestes a acontecer: 1. A revelação de novas delações, como as dos dirigentes da Odebrecht e, possivelmente, de Leo Pinheiro, que está retomando conversas com os procuradores; 2. Deve tomar corpo e vir a público a articulação para aprovar projeto que, ao mesmo tempo, tipifica o crime de caixa 2 e anistia quem o cometeu antes da lei", prevê

Para a jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, "a novela está longe do fim"; "Pelo menos dois fatos decisivos estão prestes a acontecer: 1. A revelação de novas delações, como as dos dirigentes da Odebrecht e, possivelmente, de Leo Pinheiro, que está retomando conversas com os procuradores; 2. Deve tomar corpo e vir a público a articulação para aprovar projeto que, ao mesmo tempo, tipifica o crime de caixa 2 e anistia quem o cometeu antes da lei", prevê
Para a jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, "a novela está longe do fim"; "Pelo menos dois fatos decisivos estão prestes a acontecer: 1. A revelação de novas delações, como as dos dirigentes da Odebrecht e, possivelmente, de Leo Pinheiro, que está retomando conversas com os procuradores; 2. Deve tomar corpo e vir a público a articulação para aprovar projeto que, ao mesmo tempo, tipifica o crime de caixa 2 e anistia quem o cometeu antes da lei", prevê (Foto: Gisele Federicce)

247 - A jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, prevê que, depois da cassação de Eduardo Cunha e da denúncia contra o ex-presidente Lula, "a novela está longe do fim" no que se refere à Lava Jato.

"Pelo menos dois fatos decisivos estão prestes a acontecer: 1. A revelação de novas delações, como as dos dirigentes da Odebrecht e, possivelmente, de Leo Pinheiro, que está retomando conversas com os procuradores; 2. Deve tomar corpo e vir a público a articulação para aprovar projeto que, ao mesmo tempo, tipifica o crime de caixa 2 e anistia quem o cometeu antes da lei", escreve.

"Há, ainda, outras pontas soltas e fios desencapados prestes a provocar curtos-circuitos em breve, e o ex-deputado Eduardo Cunha – que continua dando entrevistas e atirando – é mais uma delas. Como se vê, não há paz à vista. O sistema político continua operando no modo insegurança", conclui.

Leia aqui a íntegra.

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