PSB descumpre promessa e não presta conta do avião

Ao contrário de uma promessa feita pela candidata Marina Silva em sua entrevista ao Jornal Nacional, o PSB ainda não informou absolutamente nada sobre o jato PR-AFA, comprado com recursos de caixa dois pela campanha de Eduardo Campos e Marina, em sua segunda prestação de contas ao TSE; ontem, a candidata do PSB voltou a utilizar uma aeronave particular, numa viagem que fez à Bahia, mas se negou a informar quem são os proprietários

Ao contrário de uma promessa feita pela candidata Marina Silva em sua entrevista ao Jornal Nacional, o PSB ainda não informou absolutamente nada sobre o jato PR-AFA, comprado com recursos de caixa dois pela campanha de Eduardo Campos e Marina, em sua segunda prestação de contas ao TSE; ontem, a candidata do PSB voltou a utilizar uma aeronave particular, numa viagem que fez à Bahia, mas se negou a informar quem são os proprietários
Ao contrário de uma promessa feita pela candidata Marina Silva em sua entrevista ao Jornal Nacional, o PSB ainda não informou absolutamente nada sobre o jato PR-AFA, comprado com recursos de caixa dois pela campanha de Eduardo Campos e Marina, em sua segunda prestação de contas ao TSE; ontem, a candidata do PSB voltou a utilizar uma aeronave particular, numa viagem que fez à Bahia, mas se negou a informar quem são os proprietários (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O jato PR-AFA, que desabou em Santos (SP), matando o ex-governador Eduardo Campos e outras seis pessoas, continua atormentando o PSB e a sua candidata Marina Silva.

O partido apresentou sua segunda prestação parcial de contas da campanha presidencial, mas não conseguiu encontrar uma justificativa para o uso da aeronave, contrariando uma promessa de lideranças do PSB, e da própria Marina, que prometiam apontar com clareza como foi contratado o jatinho.

A dificuldade do PSB reside no simples fato de que, aparentemente, não há explicação. O avião foi vendido pelos usineiros falidos do grupo AF Andrade a amigos de Eduardo Campos, que utilizaram recursos sem procedência clara.

Uma das empresas que pagou parte do leasing era ligada à MO Consultoria, do doleiro Alberto Youssef - o que explica o fato de Paulo Roberto Costa ter citado Eduardo Campos em sua delação premiada.

Até agora, a campanha de Eduardo Campos (PSB) e de sua sucessora de chapa, Marina Silva, arrecadou R$ 17,4 milhões nos dois meses de corrida eleitoral. O valor das doações deixa Marina como a terceira presidenciável que mais captou recursos, atrás de Dilma Rousseff, do PT, e Aécio Neves, do PSDB.

O partido enviou ao TSE quatro prestações de conta diferentes: em nomes de Marina Silva, Eduardo Campos, do comitê financeiro do PSB e da Direção Nacional do PSB. Na prestação de contas de Marina, não foram declaradas receitas ou despesas.

Ontem, Marina Silva voou de jatinho à Bahia, para cumprir um dos seus compromissos de campanha. O PSB não informou quem é o proprietário da aeronave e disse que prestará as informações apenas ao fim da campanha.

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