PT insinua que Marina pode fazer privatizações

Para o presidente do partido, Rui Falcão, a candidata do PSB abre caminho para a privatização da Petrobras ao defender a redução no papel do pré-sal na matriz energética brasileira e a mudança no atual sistema de partilha na exploração de petróleo; "Passo seguinte é vender", disse Falcão, que define a presidenciável como ortodoxa na economia; entram na lista do PT de estatais ameaçadas de serem privatizadas por Marina a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil

Para o presidente do partido, Rui Falcão, a candidata do PSB abre caminho para a privatização da Petrobras ao defender a redução no papel do pré-sal na matriz energética brasileira e a mudança no atual sistema de partilha na exploração de petróleo; "Passo seguinte é vender", disse Falcão, que define a presidenciável como ortodoxa na economia; entram na lista do PT de estatais ameaçadas de serem privatizadas por Marina a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil
Para o presidente do partido, Rui Falcão, a candidata do PSB abre caminho para a privatização da Petrobras ao defender a redução no papel do pré-sal na matriz energética brasileira e a mudança no atual sistema de partilha na exploração de petróleo; "Passo seguinte é vender", disse Falcão, que define a presidenciável como ortodoxa na economia; entram na lista do PT de estatais ameaçadas de serem privatizadas por Marina a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (Foto: Gisele Federicce)

247 – A nova estratégia do PT de ataque à candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, envolve a possibilidade de privatização da Petrobras e outras instituições, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Ontem, durante reunião da cúpula petista em São Paulo, o presidente do partido, Rui Falcão, definiu a presidenciável como conservadora nos direitos individuais, regressiva na reforma política e ortodoxa na economia.

Segundo ele, a candidata abre caminho para a privatização da Petrobras ao defender a redução no papel do pré-sal na matriz energética brasileira e a mudança no atual sistema de partilha na exploração de petróleo. Marina disse ontem estar sendo vítima de "difamação e destruição" pelos adversários.

"Vamos lembrar que não faz muito tempo que isso foi proposto. Se você substituir o regime de partilha do petróleo e trocar a metade por concessões, (isso) fortalece as petroleiras estrangeiras e enfraquece a Petrobras. E a empresa que se debilita o passo seguinte é vender", disse Falcão nesta sexta-feira 5.

Segundo Falcão, a proposta de Marina de reduzir o papel dos bancos públicos na oferta de crédito também pode facilitar a venda das instituições. "Enfraquecer a Caixa e o Banco do Brasil pode mais tarde abrir campo para a privatização dessas instituições", argumentou o dirigente petista.

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