PT irá reforçar segurança de Lula para que ele participe de atos junto ao povo

"É evidente que vamos tomar muito cuidado. Há muita conversa entre nós sobre a necessidade de reforço da segurança pessoal dele [Lula], sobretudo nesse momento que algumas reações são muito doidas", disse o ex-ministro Gilberto Carvalho

247 - O PT já está preparando uma série de ações com a participação de Luiz Inácio Lula da Silva que deverá deixar a política a que está submetido em Curitiba após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela inconstitucionalidade da prisão em segunda instância antes do trânsito em julgado do processo. Diante da possibilidade de algum tipo de ataque ou agressão contra o ex-presidente o partido já está providenciando o reforço da segurança tão logo ele deixe a sede da Polícia Federal em Curitiba. 

"É evidente que vamos tomar muito cuidado. Há muita conversa entre nós sobre a necessidade de reforço da segurança pessoal dele [Lula], sobretudo nesse momento que algumas reações são muito doidas. Temos uma preocupação com essa questão", disse o ex-ministro Gilberto Carvalho segundo o jornal Folha de S. Paulo

Ainda segundo ele, assim que deixar a carceragem, Lula deverá participar de um ato na Vígilia Lula Livre em frente á sede da PF em Curitiba. Em seguida, ele deverá viajar para São Bernardo do Campo, onde repousaria durante o final de semana. No domingo, ele deverá participar de um ato no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde se abrigou antes de ser preso por determinação do então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro. 

Lula também deverá percorrer diversas cidades do Nordeste antes do final do ano e participar do congresso do PT, marcado para acontecer entre os dias 22 e 24 de dezembro, em São Paulo. Ainda de acordo com Carvalho, Lula procurará evitar responder as provocações de Jair Bolsonaro e do entorno ligado a ele. 

"Nesse jogo ele não vai cair. Não vai facilitar a vida do Bolsonaro e fornecer elementos para o presidente fortalecer a sua base", ressaltou. "Ele não vai deixar de xingar o Moro, mas de maneira geral, não tem essa coisa de vingança, do ódio", completou.

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