Raquel Dodge 'encareceu' delação para Geddel entregar 'alvos valiosos'

Ao contrário da opinião geral, o jornalista Luis Nassif, do portal GGN, avalia que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que "não é correta" a versão de que, ao considerar Geddel Vieira Lima chefe de quadrilha" ela tenha "tido a intenção de vetar sua delação premiada e, consequentemente, proteger seu chefe Michel Temer"; "A rigor, ela não afirmou que ele era chefe de quadrilha, mas que agia como chefe de quadrilha", destaca; "Objetivamente, usando o jargão do Ministério Público, ela "encareceu" o acordo, isto é, obrigará Geddel a entregar delação valiosa para concretizar o acordo", ressalta

dodge geddel
dodge geddel (Foto: Paulo Emílio)

247 - Ao contrário da opinião geral, o jornalista Luis Nassif, do portal GGN, avalia que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que "não é correta a versão de que, ao considerar Geddel Vieira Lima chefe de quadrilha" ela tenha "tido a intenção de vetar sua delação premiada e, consequentemente, proteger seu chefe Michel Temer. Chefe de quadrilha pode fazer acordo: só não pode ter imunidade. E, a rigor, ela não afirmou que ele era chefe de quadrilha, mas que agia como chefe de quadrilha", destaca. "Objetivamente, usando o jargão do Ministério Público, ela "encareceu" o acordo, isto é, obrigará Geddel a entregar delação valiosa para concretizar o acordo", ressalta.

Para Nassif, "Raquel Dodge não sabe usar a mídia, nem para propósitos corretos: esclarecer mal-entendidos. Na outra ponta tem um adversário mestre na arte das intrigas, e que montou uma boa rede de jornalistas nos seus tempos de PGR", diz. "Uma mera explicação da assessoria de comunicação", completa. Em casos que exijam conhecimento das técnicas de investigação e dos procedimentos jurídicos, Raquel Dodge merece no mínimo o benefício da dúvida", finaliza.

 

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