Raquel Dodge rejeita acordo de delação de Eike

A Procuradoria-Geral da República rejeitou a proposta de delação premiada do empresário Eike Batista; a informação foi divulgada por "Veja"; Eike foi preso em janeiro do ano passado, pela Operação Eficiência; em colaboração premiada, dois doleiros afirmaram que Eike pagou propina de R$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio Sergio Cabral; segundo o MPF, o pagamento foi feito por meio de contratos fictícios e depósitos em conta no exterior

A Procuradoria-Geral da República rejeitou a proposta de delação premiada do empresário Eike Batista; a informação foi divulgada por "Veja"; Eike foi preso em janeiro do ano passado, pela Operação Eficiência; em colaboração premiada, dois doleiros afirmaram que Eike pagou propina de R$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio Sergio Cabral; segundo o MPF, o pagamento foi feito por meio de contratos fictícios e depósitos em conta no exterior
A Procuradoria-Geral da República rejeitou a proposta de delação premiada do empresário Eike Batista; a informação foi divulgada por "Veja"; Eike foi preso em janeiro do ano passado, pela Operação Eficiência; em colaboração premiada, dois doleiros afirmaram que Eike pagou propina de R$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio Sergio Cabral; segundo o MPF, o pagamento foi feito por meio de contratos fictícios e depósitos em conta no exterior (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A Procuradoria-Geral da República rejeitou a proposta de delação premiada do empresário Eike Batista. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (26) por "Veja" e confirmada pela Folha. Desde que foi preso, em janeiro do ano passado, Eike tinha a intenção de fechar acordo com o Ministério Público. Três meses depois, ele foi solto por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes sob a justificativa de que a gravidade das acusações contra o empresário não era suficiente para justificar sua prisão preventiva (antes do julgamento definitivo).

Eike foi preso em janeiro do ano passado pela Operação Eficiência, um dos desdobramentos da Lava Jato no Rio de Janeiro. Em colaboração premiada, dois doleiros afirmaram que Eike pagou ropina de R$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio Sergio Cabral. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o pagamento foi feito por meio de contratos fictícios e depósitos em conta no exterior.

As investigações rastrearam um depósito de uma conta de Eike no Panamá para uma empresa aberta no Uruguai por um suposto operador de Cabral.

Após deixar o presídio de Bangu 9, Eike permaneceu em prisão domiciliar, por ordem do juiz federal Gustavo Arruda Macedo.

 

 

 

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