Reinaldo Azevedo: mudança no MEC dobrou a dose do remédio errado

"A crise no Ministério da Educação vai continuar. O presidente Jair Bolsonaro decidiu dobrar a dose do remédio errado ao nomear Abraham Weintraub para o lugar de Vélez Rodríguez", diz o jornalista Reinaldo Azevedo; para ele, "o Ministério da Educação caminha para a entropia. O que muda de Vélez Rodríguez para Weintraub? Este, visivelmente, é dotado de mais autoconfiança, o que, dado o conjunto da obra, pode piorar tudo", afirma

Reinaldo Azevedo: mudança no MEC dobrou a dose do remédio errado
Reinaldo Azevedo: mudança no MEC dobrou a dose do remédio errado

247 - "A crise no Ministério da Educação vai continuar. O presidente Jair Bolsonaro decidiu dobrar a dose do remédio errado ao nomear Abraham Weintraub para o lugar de Vélez Rodríguez", diz o jornalista Reinaldo Azevedo. 'A sua contribuição mais notável ao debate, até agora, é afirmar que a melhor maneira de combater um esquerdista é lhe dizendo alguns palavrões. À moda do "professor Olavo"', diz Azevedo.

"O discurso de Weintraub, ainda que isto devesse ser improvável, repete a estrutura do pensamento de um certo Goebbels, ministro da propaganda do nazismo, em uma fala inflamada, em uma megacentração em Berlim, no dia 10 de fevereiro de 1933. Também ele estava com ódio de comunistas, dos oligopólios, da imprensa... E tinha a certeza da vitória consagradora — o que, claro!, foi verdade durante algum tempo, com as consequências conhecidas", observa.

"O Ministério da Educação caminha para a entropia. O que muda de Vélez Rodríguez para Weintraub? Este, visivelmente, é dotado de mais autoconfiança, o que, dado o conjunto da obra, pode piorar tudo", finaliza.

 

 

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