Renato Janine destaca recuperação econômica de Portugal

O ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro destacou nesta quinta-feira, 6, que Portugal, que tem um governo de esquerda, está saindo do "buraco em que se meteu com políticas ortodoxas"; "Os economistas ganhariam se parassem de pensar que há sempre a mesma solução para os problemas econômicos. Uns sempre serão ortodoxos, a maioria ou pelo menos os mais ouvidos na mídia. Outros, sempre keynesianos. O que seria mais útil: pensar qual política serve melhor em qual momento. Nenhuma delas serve o tempo todo", diz ele em seu Facebook, ao compartilhar reportagem da BBC que destaca a melhora dos indicadores do país

O ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro destacou nesta quinta-feira, 6, que Portugal, que tem um governo de esquerda, está saindo do "buraco em que se meteu com políticas ortodoxas"; "Os economistas ganhariam se parassem de pensar que há sempre a mesma solução para os problemas econômicos. Uns sempre serão ortodoxos, a maioria ou pelo menos os mais ouvidos na mídia. Outros, sempre keynesianos. O que seria mais útil: pensar qual política serve melhor em qual momento. Nenhuma delas serve o tempo todo", diz ele em seu Facebook, ao compartilhar reportagem da BBC que destaca a melhora dos indicadores do país
O ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro destacou nesta quinta-feira, 6, que Portugal, que tem um governo de esquerda, está saindo do "buraco em que se meteu com políticas ortodoxas"; "Os economistas ganhariam se parassem de pensar que há sempre a mesma solução para os problemas econômicos. Uns sempre serão ortodoxos, a maioria ou pelo menos os mais ouvidos na mídia. Outros, sempre keynesianos. O que seria mais útil: pensar qual política serve melhor em qual momento. Nenhuma delas serve o tempo todo", diz ele em seu Facebook, ao compartilhar reportagem da BBC que destaca a melhora dos indicadores do país (Foto: Aquiles Lins)

Por Renato Janine Ribeiro, em seu Facebook - Portugal conseguiu, por uma receita keynesiana, sair do buraco em que se meteu com políticas ortodoxas.

Duas observações:

1) Desde a democratização, houve uma tendência do Partido Socialista a se entender com o PSD, de centro-direita. Um certo consenso se formava ao centro, mesmo que os dois disputassem as eleições um contra o outro. A eleição de 2015 marcou uma mudança: o PS foi governar com o apoio da esquerda, ie, Partido Comunista e Bloco de Esquerda, que votam a favor do governo socialista mas não participam dele. Mudou o eixo de gravidade da política portuguesa.

2) Os economistas ganhariam se parassem de pensar que há sempre a mesma solução para os problemas econômicos. Uns sempre serão ortodoxos, a maioria ou pelo menos os mais ouvidos na mídia. Outros, sempre keynesianos. O que seria mais útil: pensar qual política serve melhor em qual momento. Nenhuma delas serve o tempo todo (é o que deduzo do que leio): El secreto detrás de la increíble recuperación económica de Portugal: ¿cómo hizo para reducir el déficit y al mismo tiempo aumentar los salarios?

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