Retomada de sistema descentralizado de contagem de votos custaria R$100 milhões, afirma TSE

O sistema centralizado foi decidido pela ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, como forma de cortar custos; falhas no sistema atual levaram a diversos atrasos na divulgação dos resultados eleitorais

Fachada do TSE e urna eletrônica
Fachada do TSE e urna eletrônica (Foto: TSE | José Cruz/Agência Brasil)
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247 - Para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a retomada do sistema descentralizado de contagem de votos para as eleições municipais custaria em torno de R$100 milhões. Técnicos do órgão afirmaram também nesta segunda-feira (16) que não há tempo para que haja uma retomada do sistema até o segundo turno, marcado para o dia 29 deste mês. 

As informações foram reportadas no G1.

A decisão de centralizar a contagem de votos foi tomada pela ex-presidente do TSE, Rosa Weber. Para ela, manter o funcionamento do sistema, que contava com 27 supercomputadores reservas de emergência, era muito custoso.

Falhas nos computadores centrais do TSE em Brasília levaram a atrasos na divulgação dos resultados em diversos municípios.

“Houve um atraso na totalização dos resultados por força de um problema técnico que foi exatamente o seguinte: um dos núcleos de processadores do supercomputador que processa a totalização falhou e foi preciso repará-lo”, disse o ministro Barroso, atual presidente do TSE, no último domingo (15). 

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