Rígida com Lula, juíza liberou Pedro Barusco, condenado a 18 anos, de tornozeleira

A juíza Carolina Moura Lebbos, que o ex-presidente Lula recebesse a visita de amigos em seu cárcere político, não parece demonstrar a mesma rigidez com outros envolvidos na operação Lava Jato; a magistrada calibra sua balança de forma diferente ao gosto do processado da vez e no último dia 11, a defesa do ex-executivo da Petrobras Pedro Barusco solicitou e a juíza Lebbos de pronto acatou um pedido para que o executivo delator não tivesse mais a obrigação de usar tornozeleira

A juíza Carolina Moura Lebbos, que o ex-presidente Lula recebesse a visita de amigos em seu cárcere político, não parece demonstrar a mesma rigidez com outros envolvidos na operação Lava Jato; a magistrada calibra sua balança de forma diferente ao gosto do processado da vez e no último dia 11, a defesa do ex-executivo da Petrobras Pedro Barusco solicitou e a juíza Lebbos de pronto acatou um pedido para que o executivo delator não tivesse mais a obrigação de usar tornozeleira
A juíza Carolina Moura Lebbos, que o ex-presidente Lula recebesse a visita de amigos em seu cárcere político, não parece demonstrar a mesma rigidez com outros envolvidos na operação Lava Jato; a magistrada calibra sua balança de forma diferente ao gosto do processado da vez e no último dia 11, a defesa do ex-executivo da Petrobras Pedro Barusco solicitou e a juíza Lebbos de pronto acatou um pedido para que o executivo delator não tivesse mais a obrigação de usar tornozeleira (Foto: Aquiles Lins)

247 - A juíza Carolina Moura Lebbos, que o ex-presidente Lula recebesse a visita de amigos em seu cárcere político, não parece demonstrar a mesma rigidez com outros envolvidos na operação Lava Jato. 

Como mostra reportagem de Vinicius Segala, no DCM, a magistrada calibra sua balança de forma diferente ao gosto do processado da vez e no último dia 11, debruçou-se sobre a execução penal de Pedro Barusco, ex-executivo da Petrobras e condenado a 18 anos de cadeia em 2015 no âmbito da Operação Lava Jato, pelos crimes de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.   

A defesa de Barusco solicitou e a juíza Lebbos de pronto acatou um pedido para que o executivo delator não tivesse mais a obrigação de usar tornozeleira.

"Não há previsão legal sustentando o pedido, mas Lebbos resolveu ser mais branda do que prevê a lei. Para justificar sua decisão, escreveu que o cumprimento da pena sob o novo regime baseia-se na 'autodisciplina e senso de responsabilidade' do condenado", diz o texto. 

Leia a reportagem na íntegra.

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