Rio gasta R$ 3 milhões mensais com salários de 21 investigados

O Estado do Rio de Janeiro gasta R$ 3 milhões brutos por mês com o pagamento de salários de 21 integrantes de seu primeiro escalão sob suspeita de corrupção. Nenhum desses investigados está no exercício de sua função - e três são aposentados. A lista tem parlamentares da Assembleia Legislativa (Alerj), conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e membros do Executivo

Rio gasta R$ 3 milhões mensais com salários de 21 investigados
Rio gasta R$ 3 milhões mensais com salários de 21 investigados (Foto: Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

247 - O Estado do Rio de Janeiro gasta R$ 3 milhões brutos por mês com o pagamento de salários de 21 integrantes de seu primeiro escalão sob suspeita de corrupção. Nenhum desses investigados está no exercício de sua função - e três são aposentados. A lista tem parlamentares da Assembleia Legislativa (Alerj), conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e membros do Executivo.

A reportagem do jornal O Globo destaca que "as remunerações de oito das 29 pessoas pesquisadas pelo GLOBO não constam de portais de transparência dos órgãos em que estavam lotadas ou não foram informadas por eles. É o caso de Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016, que não recebe aposentadoria como ex-governador, benefício que existia por lei até 2002. No Senado, onde ficou quatro anos (2003 a 2006), ele não está na lista de beneficiados. E, na Alerj, onde cumpriu três mandatos (1991 a 2002), não requereu a pensão vitalícia a que teria direito, segundo o superintendente do Instituto de Previdência da Alerj (Ipalerj), Nelson Alves Pereira."

A matéria ainda informa que "segundo a assessoria de imprensa do governo, ainda não há uma decisão sobre o corte de vencimentos do governador Luiz Fernando Pezão (R$ 19.681,33), preso na última quinta-feira na Operação Boca de Lobo, embora o Ministério Público Federal e a Polícia Federal (PF) ainda não tenham apresentado provas materiais de seu envolvimento direto com o recebimento de propinas. O seu secretário de Obras, José Iran (com vencimentos de R$ 16.579,79 em outubro), detido na mesma ocasião, foi exonerado na sexta-feira."

 

 

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