Rui Pimenta: eleição de 2018 é uma das mais fraudulentas de nossa história

"Eleições fraudulentas e risco iminente de um golpe militar"; esse foi um dos principais sintomas da análise política do presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, em seu programa semanal na TV 247; o dirigente político considera o pleito eleitoral  de 2018 como um dos "mais fraudulentos de toda a história brasileira", argumentando que "afastar Lula da disputa foi estrategicamente articulado para Bolsonaro vencer o pleito eleitora e ampliar a presença militar no poder"; assista a íntegra da análise na TV 247

Rui Pimenta: eleição de 2018 é uma das mais fraudulentas de nossa história
Rui Pimenta: eleição de 2018 é uma das mais fraudulentas de nossa história

TV 247 - Eleições fraudulentas e risco iminente de um golpe militar. Este foi um dos principais aspectos da análise política do presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, em seu programa semanal na TV 247. O dirigente político considera o pleito eleitoral de 2018 como um dos "mais fraudulentos de toda a história brasileira" e argumenta que "afastar Lula da disputa foi estrategicamente articulado para Bolsonaro vencer o pleito eleitoral e ampliar a presença militar no poder".

“Temos sempre que lembrar: Bolsonaro encontra-se liderando o pleito porque Lula foi impedido de disputá-lo”, ressalta.

Pimenta classifica como "gravíssima" a presença das Forças Armadas nas principais instituições brasileiras. “Cito a criação do gabinete de Segurança Institucional (GSI), presidido pelo general Sérgio Etchegoyen, além da influência militar no STF, sendo o militar da reserva Fernando de Azevedo o novo assessor do ministro Dias Toffoli”, alerta.

Caso Bolsonaro seja eleito presidente, o dirigente político aponta duas possíveis situações. “Poderá ocorrer um golpe das Forças Armadas com o aval do presidente, ou poderá ocorrer o mesmo golpe sem a presença de Bolsonaro, caso queiram descartá-lo”, explica.

Após apontar um tenebroso cenário, Pimenta afirma que os próximos quatro anos serão guiados pelo autoritarismo, que exigirá muita resistência do campo popular. “Se formos derrotados sem luta a situação irá ficar muito ruim, por isso, desde já, temos que organizar a classe trabalhadora”, conclui. 

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