Segovia diz que a Justiça o proibiu de falar sobre a Lava Jato

O diretor-geral da PF, Fernando Segovia, apresentou não quis falar se a transferência da PF do Ministério da Justiça para o novo da Segurança Pública poderia afetar os trabalhos do órgão na Operação Lava Jato; "Eu não posso [comentar sobre isso], a Justiça me proibiu", disse ele; a procuradora Raquel Dodge pediu  ao STF que emita uma ordem judicial para Segovia se abster de "qualquer ato de ingerência" sobre o inquérito que investiga Michel Temer, sob pena de afastamento do cargo  

O diretor-geral da PF, Fernando Segovia, apresentou não quis falar se a transferência da PF do Ministério da Justiça para o novo da Segurança Pública poderia afetar os trabalhos do órgão na Operação Lava Jato; "Eu não posso [comentar sobre isso], a Justiça me proibiu", disse ele; a procuradora Raquel Dodge pediu  ao STF que emita uma ordem judicial para Segovia se abster de "qualquer ato de ingerência" sobre o inquérito que investiga Michel Temer, sob pena de afastamento do cargo
 
O diretor-geral da PF, Fernando Segovia, apresentou não quis falar se a transferência da PF do Ministério da Justiça para o novo da Segurança Pública poderia afetar os trabalhos do órgão na Operação Lava Jato; "Eu não posso [comentar sobre isso], a Justiça me proibiu", disse ele; a procuradora Raquel Dodge pediu  ao STF que emita uma ordem judicial para Segovia se abster de "qualquer ato de ingerência" sobre o inquérito que investiga Michel Temer, sob pena de afastamento do cargo   (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, apresentou não quis falar se a transferência da PF do Ministério da Justiça para o novo da Segurança Pública poderia afetar os trabalhos do órgão na Operação Lava Jato. "Eu não posso [comentar sobre isso], a Justiça me proibiu", disse ele ao Blog do afirmou ao Blog do Valdo Cruz.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta segunda-feira (26) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que emita uma ordem judicial para Segovia se abster de "qualquer ato de ingerência" sobre o inquérito que investiga Michel Temer, sob pena de afastamento do cargo.

O inquérito apura se o emedebista beneficiou a empresa Rodrimar com um decreto que prorroga contratos de concessão no porto de Santos, em maio de 2017. A PF pediu a prorrogação do inquérito por mais 60 dias. 

 

 

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