Seis entidades assinam nota em defesa de Janot

Seis entidades vinculadas saíram em defesa do procurador-geral da República Rodrigo Janot, alvo de pressão desde a decisão de pedir a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR); em nota, as entidades classificam de "vileza" as tentativas em curso de se desqualificar o procurador-geral e reafirmam que numa República todos devem responder igualmente à lei; o texto é assinado por representantes da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), pelo Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, entre outros

Seis entidades vinculadas saíram em defesa do procurador-geral da República Rodrigo Janot, alvo de pressão desde a decisão de pedir a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR); em nota, as entidades classificam de "vileza" as tentativas em curso de se desqualificar o procurador-geral e reafirmam que numa República todos devem responder igualmente à lei; o texto é assinado por representantes da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), pelo Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, entre outros
Seis entidades vinculadas saíram em defesa do procurador-geral da República Rodrigo Janot, alvo de pressão desde a decisão de pedir a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR); em nota, as entidades classificam de "vileza" as tentativas em curso de se desqualificar o procurador-geral e reafirmam que numa República todos devem responder igualmente à lei; o texto é assinado por representantes da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), pelo Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, entre outros (Foto: Valter Lima)

247 - Seis entidades vinculadas de categorias do Ministério Público saíram em defesa do procurador-geral da República Rodrigo Janot, alvo de pressão desde a decisão de pedir a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Em nota, as entidades classificam de "vileza" as tentativas em curso de se desqualificar o procurador-geral e reafirmam que numa República todos devem responder igualmente à lei.

O texto é assinado por representantes da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), pelo Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, entre outros.

As entidades " vêm a público repudiar as tentativas vis de desqualificar a atuação do Ministério Público Federal, sobretudo as dirigidas ao Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot", diz a nota divulgada nesta quinta.

A Associação Nacional de Procuradores do Trabalho, a Associação Nacional do Ministério Público Militar e a Associação Nacional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios também endossam o texto.

"O postulado republicano de que todos são iguais perante a lei diz respeito tanto à proteção dos direitos fundamentais quanto ao dever de toda e qualquer pessoa responder por suas condutas ilícitas e criminosas", advertem procuradores e promotores.

Eles afirmam que "o Ministério Público cumpre ambos papéis com equilíbrio e altivez, malgrado as reações iníquas daqueles que jamais esperaram ser alcançados pela Justiça"

Procuradores e promotores dizem ainda que num "Estado Democrático de Direito é imperativa a necessidade de a Constituição ser respeitada, e é nesse sentido que atuam agentes públicos e instituições com o dever de aplicar o direito a todos indistintamente" .

"Quando a sociedade assiste ataques ao Procurador-Geral da República, presencia exatamente o mesmo comportamento, apenas com a diferença de que entre os investigados com os quais lida o Chefe do MPU, por força da Constituição, incluem-se algumas das maiores autoridades do país", afirmam.

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