Sem ter onde deixar os filhos, mulheres enfrentam sobrecarga de trabalhos domésticos e abandonam empregos

Com as creches fechadas e sem ter onde deixar os filhos por conta da pandemia, mulheres trabalhadoras enfrentam sobrecarga de tarefas domésticas e têm de deixar emprego para cuidar da família

Um bebê de 1 ano e meio foi submetida a exames que comprovaram o estupro, ocorrido em um matagal na cidade de Pedro II, Norte do Piauí; a equipe médica do Serviço de Atenção a Mulheres Vítimas de Violência Sexual (Sanvis) disse que a menina passou por cirurgia para reconstrução da vagina; a delegada que investiga o estupro, Camila Miranda, solicitará à Justiça a quebra do sigilo telefônico da tia da menina, que recebeu uma ligação de número oculto horas antes da sobrinha ser encontrada.
Um bebê de 1 ano e meio foi submetida a exames que comprovaram o estupro, ocorrido em um matagal na cidade de Pedro II, Norte do Piauí; a equipe médica do Serviço de Atenção a Mulheres Vítimas de Violência Sexual (Sanvis) disse que a menina passou por cirurgia para reconstrução da vagina; a delegada que investiga o estupro, Camila Miranda, solicitará à Justiça a quebra do sigilo telefônico da tia da menina, que recebeu uma ligação de número oculto horas antes da sobrinha ser encontrada. (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Os efeitos deletérios da pandemia no mercado de trabalho penaliza um segmento já habitualmente penalizado: as mulheres trabalhadoras. Com creches e escolas infantis fechadas, mães trabalhadoras são obrigadas a deixar empregos para cuidar dos filhos

A reportagem do portal G1 descreve alguns dramas pessoais: “a auxiliar administrativa Ana Beatriz Rodrigues, 32 anos, tinha acabado de completar quatro anos em um escritório advocatício paulista em maio quando teve de pedir demissão para cuidar da filha Isabella, de 11 meses. Ela faz parte de um grupo de milhares de mães brasileiras que precisam trabalhar, mas não têm com quem deixar os filhos por conta do fechamento de creches e escolas infantis pela pandemia do novo coronavírus.”

A matéria prossegue, destacando a fala de Ana: “meu chefe queria que eu trabalhasse das 9h30 às 18h30 porque queria me ver no escritório. Sugeri trabalhar quatro horas por dia presencialmente e o restante em casa para poder deixar minha filha com a minha mãe, mas ele não aceitou.”

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