‘Sempre há risco’ de população ser atingida em confrontos, diz general

Segundo o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para evitar que haja uma enxurrada de mortes, durante a intervenção no Rio, é que "são tomadas medidas muito extremas, quando se estabelece, chamadas de regras de engajamento, onde cada militar sabe exatamente como deve se portar em situações eventuais para evitar, exatamente, atingir a população"

Segundo o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para evitar que haja uma enxurrada de mortes, durante a intervenção no Rio, é que "são tomadas medidas muito extremas, quando se estabelece, chamadas de regras de engajamento, onde cada militar sabe exatamente como deve se portar em situações eventuais para evitar, exatamente, atingir a população"
Segundo o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para evitar que haja uma enxurrada de mortes, durante a intervenção no Rio, é que "são tomadas medidas muito extremas, quando se estabelece, chamadas de regras de engajamento, onde cada militar sabe exatamente como deve se portar em situações eventuais para evitar, exatamente, atingir a população" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Esse risco sempre existe", disse o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao ser questionado sobre o risco de uma "carnificina" durante confrontos entre militares e criminosos no Rio.

De acordo com o general, para evitar que este tipo de coisa aconteça é que "são tomadas medidas muito extremas, quando se estabelece, chamadas de regras de engajamento, onde cada militar sabe exatamente como deve se portar em situações eventuais para evitar, exatamente, atingir a população", afirmou ele durante entrevista no Palácio do Planalto.

O comandante defendeu a necessidade de total apoio do Poder Judiciário e do Ministério Público às ações a serem realizadas "para proporcionar condições para atingirmos o âmago do crime organizado". 

Segundo ele, em todas as operações realizadas no estado nunca houve desrespeito aos direitos humanos. "Eventuais preocupações que surjam em relação ao tratamento da população e respeito aos direitos humanos, damos muito boas vindas a todos os órgãos que quiserem acompanhar, imprensa também se quiser estar presente, para verificar nosso modus operandi consolidado em 13 anos no Haiti, assim como com ocupação da favela do Alemão, da Favela da Maré, com zero índice de efeitos colaterais e desrespeito aos direitos humanos e à população", avisou.

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