Sindicalistas criam campanha internacional para defender Lula

Contra o que descrevem como uma condenação antecipada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sindicalistas irão lançar nos próximos dias uma campanha internacional em defesa do petista; a CSI (Confederação Sindical Internacional) pretende levar um vídeo sobre a trajetória política e pessoal de Lula aos sindicatos dos 155 países associados e também a organismos como a ONU (Organização das Nações Unidas) e a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico); "É medo de o Lula se candidatar a presidente em 2018", disse João Felício, presidente da CSI, organização que reúne 180 milhões de sindicalistas associados

Sindicalistas criam campanha internacional para defender Lula
Sindicalistas criam campanha internacional para defender Lula (Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula)

247 - Contra o que descrevem como uma condenação antecipada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sindicalistas irão lançar nos próximos dias uma campanha internacional em defesa do petista. A CSI (Confederação Sindical Internacional) pretende levar um vídeo sobre a trajetória política e pessoal de Lula aos sindicatos dos 155 países associados e também a organismos como a ONU (Organização das Nações Unidas) e a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), diz reportagem da Folha de S.Paulo.

O vídeo termina com Lula dizendo que "não quer nenhum privilégio, só o direito a um julgamento justo" e que "só não aceita a mentira".

Os advogados do ex-presidente também expõem o argumento da defesa, de que não há provas consistentes nas acusações, que seriam, no seu entendimento, movidas por interesses políticos.

"É medo de o Lula se candidatar a presidente em 2018", disse João Felício, presidente da CSI, organização que reúne 180 milhões de sindicalistas associados.

"Estou muito apreensivo e preocupado com o que pode ocorrer neste país. Prender uma pessoa assim, por mera suposição, é absurdo", afirmou o dirigente sindical.

Na versão que já está finalizada, de sete minutos, Lula aparece em gravações feitas após ser alvo de condução coercitiva e em manifestação contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

A peça sustenta que a mídia brasileira "descreve, mas não explica os fatos", e assim normaliza uma "encenação", na qual o juiz Sergio Moro é tido como um "herói" e o indiciamento de Lula é tratado como condenação."

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