Singer: desmonte da Lava Jato deve dar início à reforma política

"Por que não aproveitar o vasto desmonte produzido pela Lava Jato — nesta quinta (23) reforçado com as prisões da Operação Custo Brasil — e dar início à reforma política na prática?", questiona o colunista André Singer; "A opção pelo baixo custo no pleito local poderia ser a experiência prática necessária para propiciar legislação nesse sentido referente a 2018. Em tempos de justificada indignação com os desvios revelados pela Lava Jato e filhotes, está na hora de os partidos saírem da mesmice, se quiserem sobreviver. O Brasil custou muito a construí-los e desconfio que, se os perdermos, o que virá pela frente será pior"

"Por que não aproveitar o vasto desmonte produzido pela Lava Jato — nesta quinta (23) reforçado com as prisões da Operação Custo Brasil — e dar início à reforma política na prática?", questiona o colunista André Singer; "A opção pelo baixo custo no pleito local poderia ser a experiência prática necessária para propiciar legislação nesse sentido referente a 2018. Em tempos de justificada indignação com os desvios revelados pela Lava Jato e filhotes, está na hora de os partidos saírem da mesmice, se quiserem sobreviver. O Brasil custou muito a construí-los e desconfio que, se os perdermos, o que virá pela frente será pior"
"Por que não aproveitar o vasto desmonte produzido pela Lava Jato — nesta quinta (23) reforçado com as prisões da Operação Custo Brasil — e dar início à reforma política na prática?", questiona o colunista André Singer; "A opção pelo baixo custo no pleito local poderia ser a experiência prática necessária para propiciar legislação nesse sentido referente a 2018. Em tempos de justificada indignação com os desvios revelados pela Lava Jato e filhotes, está na hora de os partidos saírem da mesmice, se quiserem sobreviver. O Brasil custou muito a construí-los e desconfio que, se os perdermos, o que virá pela frente será pior" (Foto: Leonardo Attuch)

247 – No artigo Mudar já, publicado neste sábado, o colunista André Singer defende que a implosão provocada pela Operação Lava Jato no sistema político brasileiro acelere a reforma política.

"Faltam pouco mais de três meses para as eleições municipais e é neste momento que os partidos definem os planos de campanha. Por que não aproveitar o vasto desmonte produzido pela Lava Ja e dar início à reforma política na prática?", questiona.

"Resultará muito difícil pagar, ao menos por vias legais, os caríssimos filmes publicitários que ocupam o horário eleitoral gratuito. Sabe-se que esse é o principal sorvedouro do dinheiro arrecadado. Em consequência, alguns dos grandes nomes do marketing eleitoral já se declararam fora do páreo", afirma. "Eis a chance para que candidatas e candidatos façam do limão uma limonada. Em lugar de colocar na tela peças precárias ou arriscar-se a ver a Federal bater na porta meses mais tarde, poderiam apresentar-se ao público apenas como mulheres e homens com propostas para as cidades que desejam governar."

"A opção pelo baixo custo no pleito local poderia ser a experiência prática necessária para propiciar legislação nesse sentido referente a 2018. Em tempos de justificada indignação com os desvios revelados pela Lava Jato e filhotes, está na hora de os partidos saírem da mesmice, se quiserem sobreviver. O Brasil custou muito a construí-los e desconfio que, se os perdermos, o que virá pela frente será pior."

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