Síria tem mais mulheres em ministérios do que o Brasil, diz ONU

Relatório da Organização das Nações Unidas, que contabilizou quantas mulheres existiam em níveis ministeriais em governos em todo o mundo no dia 1º de janeiro de 2017, quando o governo Temer tinha apenas uma ministra, colocou o Brasil como um dos países que possuem a menor representatividade feminina de mulheres do planeta (apenas 4%); o País ocupava nessa data a 167ª posição entre 186 governos, ficando atrás de países como Síria, Somália, Irã e Kwait, onde a situação dos direitos das mulheres é considerada "grave"

Relatório da Organização das Nações Unidas, que contabilizou quantas mulheres existiam em níveis ministeriais em governos em todo o mundo no dia 1º de janeiro de 2017, quando o governo Temer tinha apenas uma ministra, colocou o Brasil como um dos países que possuem a menor representatividade feminina de mulheres do planeta (apenas 4%); o País ocupava nessa data a 167ª posição entre 186 governos, ficando atrás de países como Síria, Somália, Irã e Kwait, onde a situação dos direitos das mulheres é considerada "grave"
Relatório da Organização das Nações Unidas, que contabilizou quantas mulheres existiam em níveis ministeriais em governos em todo o mundo no dia 1º de janeiro de 2017, quando o governo Temer tinha apenas uma ministra, colocou o Brasil como um dos países que possuem a menor representatividade feminina de mulheres do planeta (apenas 4%); o País ocupava nessa data a 167ª posição entre 186 governos, ficando atrás de países como Síria, Somália, Irã e Kwait, onde a situação dos direitos das mulheres é considerada "grave" (Foto: Paulo Emílio)

247 - Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a gestão de Michel Temer colocou o país como um dos que possuem a menor representatividade feminina de mulheres no Poder Executivo em nível mundial.

Segundo o estudo, elaborado junto a 186 governos, no dia 1º de janeiro deste ano o Brasil ocupava a 167ª posição neste quesito, ficando atrás de países como Síria, Somália, Irã e Kwait, locais onde a situação dos direitos das mulheres é considerada "grave", de acordo com dados divulgados pelo jornalista Jamil Chade.

No início de janeiro de 2017, Temer contava com apenas uma mulher frente aos 25 ministérios existentes, a advogada-geral da União, Grace Mendonça. Segundo a ONU, o número equivale a uma representatividade feminina de apenas 4%. Em fevereiro, após serem criados dois novos ministérios e diante de muitas críticas, Temer empossou a desembargadora aposentada Luislinda Valois na pasta de Direitos Humanos.

Países como Bulgária, Canadá, Suécia, Eslovênia e França possuem mais de 50% de seus ministérios ocupados por mulheres. Peru e Uruguai lideram a representatividade feminina com 35% de seus ministérios ocupados por mulheres. Em 2014, contudo, as mulheres ocupavam 25,6% dos ministérios brasileiros.

No Congresso nacional, a representatividade das mulheres é de apenas 10%, chegando a 14% no Senado, o que coloca o Brasil ao lado de países como Burkina Fasso e Mianmar.

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