Solnik: blindagem do Planalto no caso Flávio/Queiroz pode ser considerada obstrução

O jornalista Alex Solnik comenta as articulações do Planalto para nomear um procurador nas investigações do caso que apura ações ilícitas entre Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, "tal atitude expôs o Planalto e mostrou que há uma pressão intensa no Ministério Público", critica Solnik; o jornalista ainda afirma que a ação "Pode ser caracterizada como obstrução de justiça por parte do Planalto"; assista 

Solnik: blindagem do Planalto no caso Flávio/Queiroz pode ser considerada obstrução
Solnik: blindagem do Planalto no caso Flávio/Queiroz pode ser considerada obstrução

247 - O programa Boa Noite 247 desta terça-feira (5) destacou as investigações envolvendo Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz, a reforma da Previdência proposta pelo governo, além do escândalo envolvendo o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro. 

Tanto a defesa de Flávio Bolsonaro quanto o Palácio do Palanalto tentaram interferir no processo sob qual ele é investigado, agindo no intuito de escolher um promotor que fosse simpático ao clã. No entanto, o novo procurador indicado para investigar caso, Cláudio Calo, que apoia Bolsonaro publicamente, se retirou do processo alegando ser "suspeito" para atuar no caso. 

O jornalista Alex Solnik afirma que o caso envolvendo Flávio Bolsonaro "expôs o Planalto e mostrou que há uma pressão no Ministério Público". "Pode ser caracterizado até mesmo como obstrução de justiça por parte do Planalto", completa. 

"Em nenhum momento Bolsonaro jogou seu filho aos leões, o presidente protege seu filho das investigações", ressalta. 

O jornalista Paulo Moreira Leite questiona se Cláudio Calo, "tendo uma conduta tão parcial e engajado no bolsonarismo, deveria ser membro do Ministério Público". 

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