STF não interferiu no Legislativo, diz ministra

"O Brasil pode ter a mais absoluta segurança de que nós não interferimos em nada que não seja a obrigação de dar cumprimento à Constituição. Tudo que seja dos outros poderes, nós não entramos", disse a ministra do STF, sobre as liminares que barraram o rito para um processo de impeachment no Congresso; em discurso ao receber um prêmio da Associação Nacional de Jornais (ANJ), ela disse que o Brasil vive em "Estado democrático em sofrimento" e precisa de união

"O Brasil pode ter a mais absoluta segurança de que nós não interferimos em nada que não seja a obrigação de dar cumprimento à Constituição. Tudo que seja dos outros poderes, nós não entramos", disse a ministra do STF, sobre as liminares que barraram o rito para um processo de impeachment no Congresso; em discurso ao receber um prêmio da Associação Nacional de Jornais (ANJ), ela disse que o Brasil vive em "Estado democrático em sofrimento" e precisa de união
"O Brasil pode ter a mais absoluta segurança de que nós não interferimos em nada que não seja a obrigação de dar cumprimento à Constituição. Tudo que seja dos outros poderes, nós não entramos", disse a ministra do STF, sobre as liminares que barraram o rito para um processo de impeachment no Congresso; em discurso ao receber um prêmio da Associação Nacional de Jornais (ANJ), ela disse que o Brasil vive em "Estado democrático em sofrimento" e precisa de união (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, afirmou que a corte não interferiu no legislativo ao conceder liminares que barraram o rito estabelecido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PDB), para abrir um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

"O Brasil pode ter a mais absoluta segurança de que nós não interferimos em nada que não seja a obrigação de dar cumprimento à Constituição. Tudo que seja dos outros poderes, nós não entramos", disse Cármen Lúcia, nesta sexta-feira (16), após ser homenageada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), em São Paulo". As decisões foram tomadas pelos ministros considerando o que está na Constituição e o que foi posto em julgamento", afirmou em seguida.

Ela, porém, não quis comentar a declaração do ministro do STF Gilmar Mendes, que nesta semana disse que "ninguém se mantém no cargo com liminar do Supremo", em uma referência às dificuldades da base governista para se manter coesa na luta contra um eventual pedido de afastamento da presidente Dilma. "Sobre a fala de colega eu não falo", disse.

A ministra disse, ainda, que é preciso "prestar atenção ao Brasil que temos e o Brasil que queremos". "Eu vejo muita raiva ao invés de discussões, vejo reclamações ao invés de reivindicações. É o momento em que temos que ter clareza do que queremos e de como fazer para conseguir o que queremos", observou. "Tenho para mim que as dificuldades do Brasil de hoje, que são muitas, e que fazem nós estarmos num Estado Democrático de Direito, mas em sofrimento, serão uma oportunidade de todos nós nos unirmos", acrescentou.

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