STF prorroga prazo para JBS apresentar dados complementares de delação

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, deu mais 60 dias de prazo para que os delatores da JBS apresentem novos anexos ao acordo de delação premiada; os documentos devem trazer informações que corroborem os depoimentos dos delatores; o prazo inicial expirou ontem (31); entre os documentos já entregues estão informações sobre como deve ser feita a leitura de planilha entregue pelo diretor Ricardo Saud, que indica doações da JBS a mais de 1.800 políticos

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, deu mais 60 dias de prazo para que os delatores da JBS apresentem novos anexos ao acordo de delação premiada; os documentos devem trazer informações que corroborem os depoimentos dos delatores; o prazo inicial expirou ontem (31); entre os documentos já entregues estão informações sobre como deve ser feita a leitura de planilha entregue pelo diretor Ricardo Saud, que indica doações da JBS a mais de 1.800 políticos
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, deu mais 60 dias de prazo para que os delatores da JBS apresentem novos anexos ao acordo de delação premiada; os documentos devem trazer informações que corroborem os depoimentos dos delatores; o prazo inicial expirou ontem (31); entre os documentos já entregues estão informações sobre como deve ser feita a leitura de planilha entregue pelo diretor Ricardo Saud, que indica doações da JBS a mais de 1.800 políticos (Foto: Romulo Faro)

247 - O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu mais 60 dias de prazo para que os delatores da JBS apresentem novos anexos ao acordo de delação premiada. Esses documentos devem trazer informações que corroborem os depoimentos dos delatores. O prazo inicial expirou ontem (31).

Entre os documentos já entregues estão informações sobre como deve ser feita a leitura de planilha entregue pelo diretor Ricardo Saud, que indica doações da JBS a mais de 1.800 políticos.

No material, a JBS aponta quais doações foram fruto de corrupção e quais foram caso de caixa 2, quando não há registro oficial da doação nem a negociação de nenhuma contrapartida para o repasse do dinheiro.

O pedido de mais prazo foi feito pelos advogados dos delatores, com o argumento de que a posterior homologação do acordo de leniência da empresa J&F, controladora da JBS, facilitaria o acesso a documentos e a entrega de novas informações ao processo da delação.

O acordo de colaboração foi firmado por sete executivos da JBS, entre eles os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do grupo. A delação da JBS deu origem às investigações contra o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB), ambos alvos de denúncia por corrupção. Temer e Aécio negam ter praticado crime.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247