Stoppa: liberdade de Lula é fundamental para evitar uma guerra

O apresentador Leonardo Stoppa condena a divisão social no Brasil; "Tem algo muito pesado acontecendo no Brasil, 40% do eleitorado brasileiro não tolera ter seu voto roubado. Se não fizerem nada agora e não libertarem Lula, podemos ter uma guerra civil no País, Lula é um preso político, refém das petroleiras, e a população está percebendo isso", destaca; assista à íntegra do programa

O apresentador Leonardo Stoppa condena a divisão social no Brasil; "Tem algo muito pesado acontecendo no Brasil, 40% do eleitorado brasileiro não tolera ter seu voto roubado. Se não fizerem nada agora e não libertarem Lula, podemos ter uma guerra civil no País, Lula é um preso político, refém das petroleiras, e a população está percebendo isso", destaca; assista à íntegra do programa
O apresentador Leonardo Stoppa condena a divisão social no Brasil; "Tem algo muito pesado acontecendo no Brasil, 40% do eleitorado brasileiro não tolera ter seu voto roubado. Se não fizerem nada agora e não libertarem Lula, podemos ter uma guerra civil no País, Lula é um preso político, refém das petroleiras, e a população está percebendo isso", destaca; assista à íntegra do programa (Foto: Lais Gouveia)

TV 247 - O programa Léo ao quadrado desta terça-feira (24) abordou os últimos fatos do cenário político, em destaque algumas reviravoltas da prisão política do ex-presidente Lula. O Supremo Tribunal Federal (STF) votou que o processo do Sítio em Atibaia (SP), fraudulentamente atribuído a Lula, será transferido das mãos do juiz Sérgio Moro para justiça de São Paulo. 

O apresentador Leonardo Stoppa ressalta o desespero dos tucanos para silenciar a voz de Lula. “Tanto o PSDB do judiciário quanto o PSDB partido político estão utilizando a estratégia de anular o ex-presidente, porque eles precisam passar para o resto do mundo a ideia de que existe democracia no Brasil, chamando uma eleição fraudulenta e elegendo um presidente que aceite a continuar a vender o Brasil”, analisa. 

O jornalista Leonardo Attuch destaca as tentativas do judiciário para minar a mobilização popular. “Estão organizando um primeiro de maio (dia do trabalhador) histórico, que pode reunir 100 mil pessoas em Curitiba. Então querem transferir Lula da sede da Polícia Federal antes desse ato, tentando desmobilizar a militância”, observa.

Leonardo Stoppa reitera a fala de Attuch e salienta a importância do primeiro de maio em Curitiba. “Essa desmobilização não pode ocorrer de maneira nenhuma, porque lá é o terreno da destruição do Brasil, é simbólico. Aquele juiz e aquela comarca representam o fim da indústria nacional e a miséria do povo brasileiro. Nada melhor que uma manifestação no dia do trabalho contra o juiz que tirou milhões de empregos dos brasileiros”, salienta.

Stoppa alerta. "Tem algo muito pesado acontecendo no Brasil, 40% do eleitorado brasileiro não tolera ter seu voto roubado. Se não fizerem nada agora e não libertarem Lula, podemos ter uma guerra civil no Brasil, Lula é um preso político refém das petroleiras e a população está percebendo isso", conclui.  

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