Sucessor de Barusco na Petrobras é condenado a 15 anos de prisão

O ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves foi condenado, nesta segunda-feira (25), a 15 anos e dois meses de prisão, em nova sentença da Operação Lava Jato; segundo a condenação, ele recebeu propina nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); Gonçalves foi o sucessor de Pedro Barusco na gerência de Serviços da estatal, entre 2011 e 2012; ele estava preso preventivamente há seis meses; segundo a acusação, ele teria recebido US$ 3 milhões (cerca de R$ 9 milhões no câmbio atual) em vantagens indevidas em contas na Suíça

O ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves foi condenado, nesta segunda-feira (25), a 15 anos e dois meses de prisão, em nova sentença da Operação Lava Jato; segundo a condenação, ele recebeu propina nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); Gonçalves foi o sucessor de Pedro Barusco na gerência de Serviços da estatal, entre 2011 e 2012; ele estava preso preventivamente há seis meses; segundo a acusação, ele teria recebido US$ 3 milhões (cerca de R$ 9 milhões no câmbio atual) em vantagens indevidas em contas na Suíça
O ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves foi condenado, nesta segunda-feira (25), a 15 anos e dois meses de prisão, em nova sentença da Operação Lava Jato; segundo a condenação, ele recebeu propina nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); Gonçalves foi o sucessor de Pedro Barusco na gerência de Serviços da estatal, entre 2011 e 2012; ele estava preso preventivamente há seis meses; segundo a acusação, ele teria recebido US$ 3 milhões (cerca de R$ 9 milhões no câmbio atual) em vantagens indevidas em contas na Suíça (Foto: Aquiles Lins)

Jornal do Brasil - O ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves foi condenado, nesta segunda-feira (25), a 15 anos e dois meses de prisão, em nova sentença da Operação Lava Jato. Segundo a condenação, ele recebeu propina nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Gonçalves foi o sucessor de Pedro Barusco na gerência de Serviços da estatal, entre 2011 e 2012. Ele estava preso preventivamente há seis meses. Segundo a acusação, ele teria recebido US$ 3 milhões (cerca de R$ 9 milhões no câmbio atual) em vantagens indevidas em contas na Suíça.

O dinheiro teria sido repassado pelas empreiteiras UTC e Odebrecht. Elas obtiveram um contrato sem licitação nas obras do Comperj –segundo o Ministério Público, por interferência de Gonçalves e outros diretores da Petrobras.

O advogado James Walker Junior, que defende Roberto Gonçalves, afirmou que considera a sentença "extremamente elevada" e que irá recorrer.

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