Supremo emite sinais de que não vai tolerar ações arbitrárias de Bolsonaro

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli emitiu sinais de que a corte vai barrar a ofensiva antidemocrática de Jair Bolsonaro e não vai admitir que o governo viole as leis

(Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ)
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247 -  A decisão via liminar pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)  Luís Roberto Barroso de restabelecer o mandato de membros do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, contrariando o governo de Bolsonaro,  foi tomada após consulta ao presidente da corte, ministro Dias Toffoli. 

O Supremo também determinou que o governo mantenha a atual seleção dos representantes da sociedade civil no comitê.  

A concordância de Toffoli está sendo interpretada como um recado de que os retrocessos antidemocráticos tentados por Jair Bolsonaro não serão admitidos, informa o Painel da Folha de S.Paulo.   

Toffoli procura demonstrar que a boa relação com o governo não é aval para atos arbitrários do ocupante do Palácio do Planalto.

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