TCU adia julgamento de Dilma. Senado vai cassá-la antes disso?

Constrangidos com a inexistência de crimes cometidos pela presidente Dilma Rousseff com as "pedaladas fiscais" e os créditos suplementares (liberados para o interino Michel Temer), os ministros do Tribunal de Contas da União concederam prazo maior para sua defesa, que terá mais 30 dias para explicar acusações de irregularidades nas contas referentes ao ano de 2015; com isso, as contas de Dilma só serão julgadas no fim de setembro ou início de outubro; essa situação cria uma saia justa ainda maior para os senadores: vão consolidar o golpe parlamentar antes mesmo que o TCU se manifeste sobre as contas?

Constrangidos com a inexistência de crimes cometidos pela presidente Dilma Rousseff com as "pedaladas fiscais" e os créditos suplementares (liberados para o interino Michel Temer), os ministros do Tribunal de Contas da União concederam prazo maior para sua defesa, que terá mais 30 dias para explicar acusações de irregularidades nas contas referentes ao ano de 2015; com isso, as contas de Dilma só serão julgadas no fim de setembro ou início de outubro; essa situação cria uma saia justa ainda maior para os senadores: vão consolidar o golpe parlamentar antes mesmo que o TCU se manifeste sobre as contas?
Constrangidos com a inexistência de crimes cometidos pela presidente Dilma Rousseff com as "pedaladas fiscais" e os créditos suplementares (liberados para o interino Michel Temer), os ministros do Tribunal de Contas da União concederam prazo maior para sua defesa, que terá mais 30 dias para explicar acusações de irregularidades nas contas referentes ao ano de 2015; com isso, as contas de Dilma só serão julgadas no fim de setembro ou início de outubro; essa situação cria uma saia justa ainda maior para os senadores: vão consolidar o golpe parlamentar antes mesmo que o TCU se manifeste sobre as contas? (Foto: Gisele Federicce)

247 - Os ministros do Tribunal de Contas da União concederam mais 30 dias para que a defesa da presidente explique acusações de irregularidades nas contas referentes ao ano de 2015.

O adiamento ocorre após o Ministério Público Federal ter declarado que Dilma não cometeu crime com as chamadas "pedaladas fiscais", mesmo resultado de um parecer feito por técnicos do Senado, que concluíram que a presidente não teve participação nessas operações.

Quanto aos créditos suplementares praticados por Dilma, única acusação que resta contra a petista, os mesmos foram liberados para o presidente interino, Michel Temer.

Com o novo prazo do TCU para a defesa, as contas de Dilma só serão julgadas no fim de setembro ou início de outubro, situação que cria uma saia justa ainda maior para os senadores.

A previsão da votação final do impeachment, que consolidará ou reverterá o afastamento de Dilma, é para o final de agosto, a data a ser marcada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.

Se o julgamento no TCU foi adiado, os senadores vão consolidar o golpe parlamentar antes mesmo que o TCU se manifeste sobre as contas?

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