TCU dá 120 dias para governo explicar como vai 'corrigir' fiscalização do desmatamento na Amazônia

Segundo relatório dos técnicos, as falas de Jair Bolsonaro e do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles “têm prejudicado o exercício da fiscalização do Ibama e potencialmente incentivado o desmatamento na região”

Jair Bolsonaro /  Amazônia em crise
Jair Bolsonaro / Amazônia em crise (Foto: Agência Brasil)
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247 - O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira, 21, abrir prazo de 120 dias para o governo Jair Bolsonaro apresentar um plano de ação para corrigir "irregularidades" no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia. 

Os problemas foram apontados por técnicos do tribunal após auditoria.

Segundo o relatório dos técnicos, as falas de Jair Bolsonaro e do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles “têm prejudicado o exercício da fiscalização do Ibama e potencialmente incentivado o desmatamento na região”.

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Por unanimidade, os ministros do TCU determinaram que o governo deve promover, com o Ibama, uma estratégia de comunicação social para aumentar a percepção pública de que a fiscalização é robusta e importante.

O prazo de 120 dias começa a contar a partir da notificação do Ministério do Meio Ambiente, o que ainda não ocorreu.

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