TCU vai apurar se houve 'pedaladas' em 2015

Ministro Raimundo Carreiro, do Tribunal de Contas da União, pediu abertura de processo para investigar se o governo praticou as chamadas 'pedaladas fiscais' também em 2015; ele acatou representação do MP na semana passada e, nesta quarta-feira, determinou à área técnica do TCU que inspecione o Tesouro Nacional, o Banco Central e o Ministério das Cidades, além de três instituições financeiras controladas pela União (Caixa, BNDES e Banco do Brasil)

Ministro Raimundo Carreiro, do Tribunal de Contas da União, pediu abertura de processo para investigar se o governo praticou as chamadas 'pedaladas fiscais' também em 2015; ele acatou representação do MP na semana passada e, nesta quarta-feira, determinou à área técnica do TCU que inspecione o Tesouro Nacional, o Banco Central e o Ministério das Cidades, além de três instituições financeiras controladas pela União (Caixa, BNDES e Banco do Brasil)
Ministro Raimundo Carreiro, do Tribunal de Contas da União, pediu abertura de processo para investigar se o governo praticou as chamadas 'pedaladas fiscais' também em 2015; ele acatou representação do MP na semana passada e, nesta quarta-feira, determinou à área técnica do TCU que inspecione o Tesouro Nacional, o Banco Central e o Ministério das Cidades, além de três instituições financeiras controladas pela União (Caixa, BNDES e Banco do Brasil) (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O Tribunal de Contas da União (TCU), que enviou ao Congresso Nacional um parecer recomendando a rejeição das contas do governo de 2014, irá apurar agora se houve a prática das chamadas 'pedaladas fiscais' também em 2015.

O ministro Raimundo Carreiro acatou representação apresentada pelo Ministério Público na semana passada, resultado na abertura de um novo processo para apurar se a prática contábil continua.

Nesta quarta-feira 14, Carreiro determinou à área técnica do TCU que inspecione o Tesouro Nacional, o Banco Central e o Ministério das Cidades, além de três instituições financeiras controladas pela União: a Caixa Econômica Federal, o BNDES e o Banco do Brasil.

As chamadas 'pedaladas' são atrasos de repasses pelo Tesouro Nacional a bancos públicos a fim de que sejam pagos programas sociais com o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Com o atraso, o banco precisa tirar de seu próprio caixa para financiar os programas. O recurso, no entanto, é pago posteriormente pelo governo, com juros.

A mesma prática contábil foi registada em governos anteriores, desde a gestão de Fernando Henrique Cardoso. Em todos os anos, as contas foram aprovadas. Leia aqui explicação sobre as pedaladas feitas ontem pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

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