Temer ignorou alertas sobre greve dos caminhoneiros

Michel Temer foi alertado sobre a possibilidade de uma greve dos caminhoneiros em pelo menos quatro ocasiões, mas ignorou; em ofícios endereçados ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ao próprio Temer, os dirigentes de entidades caminhoneiros pediram para serem recebidos a fim de discutir uma solução para o aumento diário do diesel e a carga tributária incidente sobre o combustível 

Michel Temer foi alertado sobre a possibilidade de uma greve dos caminhoneiros em pelo menos quatro ocasiões, mas ignorou; em ofícios endereçados ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ao próprio Temer, os dirigentes de entidades caminhoneiros pediram para serem recebidos a fim de discutir uma solução para o aumento diário do diesel e a carga tributária incidente sobre o combustível 
Michel Temer foi alertado sobre a possibilidade de uma greve dos caminhoneiros em pelo menos quatro ocasiões, mas ignorou; em ofícios endereçados ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ao próprio Temer, os dirigentes de entidades caminhoneiros pediram para serem recebidos a fim de discutir uma solução para o aumento diário do diesel e a carga tributária incidente sobre o combustível  (Foto: Aquiles Lins)

247 - Michel Temer foi alertado sobre a possibilidade de uma greve dos caminhoneiros em pelo menos quatro ocasiões, mas ignorou. Em ofícios endereçados ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ao próprio Temer, os dirigentes de entidades caminhoneiros pediram para serem recebidos a fim de discutir uma solução para o aumento diário do diesel e a carga tributária incidente sobre o combustível. 

O primeiro comunicado foi feito pela Associação Nacional dos Caminhoneiros (Abcam) no dia 05 de outubro de 2017, endereçado ao ministro Padilha. Nele, a entidade fala destaca que o transporte rodoviário é fundamental para o país e reclama da alta dos custos, decorrentes da elevação das alíquotas do PIS/COFINS sobre o diesel. Pede também a adoção de um mecanismo para para atenuar o reajustes diários do combustível, realizados pela Petrobras.

"Estamos certos de que contaremos com o apoio desta Casa Civil", finaliza a carta, assinada pelo presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes. No dia 14 de maio de 2018, a entidade fez uma nova tentativa. Desta vez, endereçada a Temer.

Na última quinta-feira, dia 21 de maio, a União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) encaminhou ofício ao presidente Temer já citando como referência a paralisação do setor de transporte de carga. A carta repete as reivindicações do setor e finaliza:

"É necessária a instituição de uma política efetiva em favor dos transportadores autônomos. Para isso, os atores do setor, em conjunto com o governo federal, devem desde já arregaçar as mangas e começar o trabalho", diz o texto, assinado pelo presidente da entidade, José Araujo Silva (China).

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