Temer quer saber o que a sociedade pensa

O primeiro ocupante da presidência da República denunciado por corrupção, Michel Temer tenta avaliar a sua popularidade e o seu governo por meio de uma série de pesquisas encomendadas pelo Palácio do Planalto para o final do mês; segundo a coluna de Lauro Jardim, os levantamentos são referentes à popularidade do emedebista, ao seu governo e às suas ideias; Temer e sua equipe já devem ao menos uma noção dos resultados; a coluna já havia informado que, segundo o Ibope, 90% dos brasileiros não pretendem votar em qualquer candidato ligado a ele

Brasília - Presidente Michel Temer participa de reunião Ministerial do Cone Sul sobre Segurança nas Fronteiras, no Palácio Itamaraty (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - Presidente Michel Temer participa de reunião Ministerial do Cone Sul sobre Segurança nas Fronteiras, no Palácio Itamaraty (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O primeiro ocupante da presidência da República denunciado por corrupção, Michel Temer tenta avaliar a sua popularidade e o seu governo por meio de uma série de pesquisas encomendadas pelo Palácio do Planalto para o final do mês.

De acordo com informações publicadas pela coluna de Lauro Jardim, os levantamentos são referentes à popularidade do emedebista, ao seu governo e às suas ideias. O Ibope fará a pesquisa quantitativa por telefone e presencialmente. A análise qualitativa ficará sob responsabilidade do Instituto Análise.

Temer e sua equipe já devem ao menos uma noção dos resultados. A coluna já havia informado que, segundo uma pesquisa Ibope, 90% dos brasileiros não pretendem votar em qualquer candidato ligado a Temer – seja ele o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ou o prefeito de São Paulo, João Doria.

No caso da reforma da previdência, um levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, divulgado na semana passada, apontou que 66% dos brasileiros são contrários à proposta. Ainda segundo os dados, 62% da população considera a reforma desnecessária, contra 28,9% que afirmam ser preciso mudar o sistema atual.

 

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