Tendência é manter o horário de verão, diz líder do governo na Câmara

O governo não deve acabar com o horário de verão; segundo o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que a tendência é que a mudança de hora seja mantida no País; ele participou de reunião no Palácio do Jaburu com Michel Temer, ministros e líderes da base aliada, neste domingo, para discutir esse e outros assuntos; “Fizemos avaliação de que há tendência para que se mantenha, até por fazer parte da cultura do brasileiro e por prudência também", disse

Brasília- Deputado Aguinaldo Ribeiro fala durante a sessão para votação da autorização ou não da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara dos Deputados. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília- Deputado Aguinaldo Ribeiro fala durante a sessão para votação da autorização ou não da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara dos Deputados. (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)

247 - O líder do governo na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que a tendência no momento é de ser mantido o horário de verão. Ele participou de reunião no Palácio do Jaburu com Michel Temer, ministros e líderes da base aliada, neste domingo, para discutir esse e outros assuntos.

“Fizemos avaliação de que há tendência para que se mantenha, até por fazer parte da cultura do brasileiro e por prudência também", disse.

Em seguida, ele acrescentou que a decisão virá de Temer, mas que todos os participantes da reunião se posicionaram pela manutenção do horário de verão.

O Brasil vem adotando o horário de verão sem interrupção há 32 anos, mas de 2008 um decreto presidencial estabelece inclusive a data de início e término do programa, respectivamente o terceiro domingo de outubro e o terceiro domingo de fevereiro.

A última edição foi de 16 de outubro de 2016 a 19 de fevereiro de 2017. No período, a economia foi de R$ 159,5 milhões, decorrentes da redução do uso de usinas termelétricas para complementar a geração de energia. O valor ficou abaixo do verificado na edição anterior (2015/2016), quando foram poupados R$ 162 milhões.

A economia reflete o maior uso de iluminação natural neste período, quando os relógios são adiantados em uma hora nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. A alteração não vigora nos Estados do Norte e Nordeste.

As informações são de reportagem de Renan Truffi, Anne Warth e Carla Araújo no Estado de S.Paulo.

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