Tereza Campello rechaça corte no Bolsa Família

Corte de verbas do programa foi aventado pelo relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR); o Bolsa Família, que completa 12 anos nesta terça-feira 20, tem previsão de R$ 28,8 bilhões para o ano que vem; "Os valores presentes no Orçamento do ano que vem são muito exatos. Fizemos a conta na ponta do lápis. Não fizemos uma conta aproximada", afirmou a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello

Corte de verbas do programa foi aventado pelo relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR); o Bolsa Família, que completa 12 anos nesta terça-feira 20, tem previsão de R$ 28,8 bilhões para o ano que vem; "Os valores presentes no Orçamento do ano que vem são muito exatos. Fizemos a conta na ponta do lápis. Não fizemos uma conta aproximada", afirmou a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello
Corte de verbas do programa foi aventado pelo relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR); o Bolsa Família, que completa 12 anos nesta terça-feira 20, tem previsão de R$ 28,8 bilhões para o ano que vem; "Os valores presentes no Orçamento do ano que vem são muito exatos. Fizemos a conta na ponta do lápis. Não fizemos uma conta aproximada", afirmou a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, defendeu nesta terça-feria, 20, que não haja corte de verbas do programa Bolsa Família no Orçamento de 2016. O programa de transferência de renda do governo federal completa 12 anos nesta terça e tem previsão de R$ 28,8 bilhões para o ano que vem. 

"Essa é a opção do Brasil? Não acredito que o Congresso Nacional fará isso", afirmou a ministra. O corte no Bolsa Família foi aventado pelo relator-geral do Orçamento no Congresso, deputado Ricardo Barros (PP-PR). Para Tereza Campelo, entretanto, não há onde cortar no programa. "Não está sobrando dinheiro. Os valores presentes no Orçamento do ano que vem são muito exatos. Fizemos a conta na ponta do lápis. Não fizemos uma conta aproximada", afirmou Tereza.

Segundo a ministra, fiscalizações de órgãos de controle apontam que as fraudes no programa não ultrapassam 1% das 14 milhões de famílias que ganham o benefício.De acordo com Tereza, há um cruzamento de dados que comprovam a condição vulnerável das pessoas que recebem o Bolsa Família. Ela disse que são checadas informações sobre trabalho, renda e até a possibilidade de o beneficiário ter morrido.

"Pouco se discute o Bolsa Família, principalmente no Sul e no Sudeste, a não ser com base em preconceitos. Vamos parar de disse que disse e vamos agir." A ministra desafiou as pessoas que afirmam conhecer "vizinho" ou "alguém" que receba o benefício sem necessidade a denunciá-lo.

 

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