Tijolaço: é inacreditável o grau de desumanidade da gente que governa este país

Pelas regras da portaria do trabalho escravo definida pelo governo Michel Temer, haveria dificuldade em enquadrar assim a situação de um grupo de peruanos mantidos trabalhando de 3 da madrugada às 10 da noite, na Rua São Caetano, na Luz, em pleno centro da cosmopolita São Paulo; "Embora até o Sr. Michel Temer tivesse de reconhecer que faltava pouco mais que 'a saboneteira', como alegou ele para justificar a decisão asquerosa. É inacreditável o grau de desumanidade da gente que governa este país", diz o jornalista Fernando Brito

Pelas regras da portaria do trabalho escravo definida pelo governo Michel Temer, haveria dificuldade em enquadrar assim a situação de um grupo de peruanos mantidos trabalhando de 3 da madrugada às 10 da noite, na Rua São Caetano, na Luz, em pleno centro da cosmopolita São Paulo; "Embora até o Sr. Michel Temer tivesse de reconhecer que faltava pouco mais que 'a saboneteira', como alegou ele para justificar a decisão asquerosa. É inacreditável o grau de desumanidade da gente que governa este país", diz o jornalista Fernando Brito
Pelas regras da portaria do trabalho escravo definida pelo governo Michel Temer, haveria dificuldade em enquadrar assim a situação de um grupo de peruanos mantidos trabalhando de 3 da madrugada às 10 da noite, na Rua São Caetano, na Luz, em pleno centro da cosmopolita São Paulo; "Embora até o Sr. Michel Temer tivesse de reconhecer que faltava pouco mais que 'a saboneteira', como alegou ele para justificar a decisão asquerosa. É inacreditável o grau de desumanidade da gente que governa este país", diz o jornalista Fernando Brito (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Não era numa área remota do Pará, como a maioria.

Nem havia jagunços armados, como na maioria.

Era na Rua São Caetano, na Luz, em pleno centro da cosmopolita São Paulo, que um grupo de peruanos era mantido escravizado, trabalhando de 3 da madrugada às 10 da noite, costurando inocentes mochilas infantis.

As outras cinco horas, “morar” empilhados em triliches.

Era isso ou rua, sem nada.

Todo mundo assistiu ontem, no Jornal Nacional.

Com as regras da portaria baixada pelo “Ministro da Escravidão”, Ronaldo Nogueira, haveria dificuldade em enquadrar assim a situação.

Embora até o Sr. Michel Temer tivesse de reconhecer que faltava pouco mais que “a saboneteira”, como alegou ele para justificar a decisão asquerosa.

É inacreditável o grau de desumanidade da gente que governa este país.

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