Torquato Jardim já defendeu que contas de Dilma e Temer não sejam separadas

Defesa foi feita em um artigo de 2015 pelo jurista, referência em direito eleitoral e agora ministro da Justiça do governo Temer; "Se e quando julgada procedente a AIME, e, assim, desconstituído o diploma da presidente Dilma, cassado estará o do vice Michel, visto que a eleição do vice é mera decorrência da eleição do titular. No que não seja réu na AIME, embora perca o diploma, o vice, contudo, não fica inelegível", escreveu na época

Brasília - O novo ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Torquato Jardim, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O novo ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Torquato Jardim, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)

247 - O atual ministro da Justiça do governo Temer, Torquato Jardim, já defendeu, em 2015, que as contas de Dilma Rousseff e Michel Temer não devem ser separadas no processo que julga a cassação da chapa no Tribunal Superior Eleitoral.

A defesa foi feita pelo jurista, que é referência em direito eleitoral, em um artigo, lembra reportagem do Globo. No texto, ele defende, no entanto, que o então vice-presidente pudesse manter seus direitos políticos, mesmo que fosse cassado pelo TSE.

"Se e quando julgada procedente a AIME, e, assim, desconstituído o diploma da presidente Dilma, cassado estará o do vice Michel, visto que a eleição do vice é mera decorrência da eleição do titular. No que não seja réu na AIME, embora perca o diploma, o vice, contudo, não fica inelegível", escreveu na época.

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