Tribunal tranca Operação Chacal sobre americana Kroll

Decisão do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF3) sobre suposta espionagem da empresa americana Kroll no setor de telecomunicações envolvendo a Brasil Telecom e a Telecom Itália foi unânime, segundo acórdão publicado dia 1.º de dezembro, sob relatoria da desembargadora Cecília Mello, quanto a nulidade da prova referente às mídias digitais levadas aos autos pela Polícia Federal

Decisão do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF3) sobre suposta espionagem da empresa americana Kroll no setor de telecomunicações envolvendo a Brasil Telecom e a Telecom Itália foi unânime, segundo acórdão publicado dia 1.º de dezembro, sob relatoria da desembargadora Cecília Mello, quanto a nulidade da prova referente às mídias digitais levadas aos autos pela Polícia Federal
Decisão do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF3) sobre suposta espionagem da empresa americana Kroll no setor de telecomunicações envolvendo a Brasil Telecom e a Telecom Itália foi unânime, segundo acórdão publicado dia 1.º de dezembro, sob relatoria da desembargadora Cecília Mello, quanto a nulidade da prova referente às mídias digitais levadas aos autos pela Polícia Federal (Foto: Roberta Namour)
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247 - O Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF3) decretou o trancamento da Operação Chacal, sobre suposta espionagem da empresa americana Kroll no setor de telecomunicações envolvendo a Brasil Telecom e a Telecom Itália.

A decisão da Corte foi unânime, segundo acórdão publicado dia 1.º de dezembro, sob relatoria da desembargadora Cecília Mello, quanto a nulidade da prova referente às mídias digitais levadas aos autos pela Polícia Federal.

A Operação Chacal foi realizada pela Polícia Federal (PF) em outubro de 2004 para investigar supostas ações de espionagem contra a empresa Telecom Italia. Na época, os agentes da PF fizeram busca na sede da Kroll – empresa norte-americana especializada em investigações –, em São Paulo, e prenderam cinco funcionários da companhia.

Foram apreendidos equipamentos eletrônicos, que, segundo a PF, teriam sido usados em escutas telefônicas.

A Kroll alegou que os equipamentos não foram utilizados em escutas, mas em operações de varreduras para evitar grampos. O Instituto Nacional de Criminalística da PF confirmou a versão da empresa e os equipamentos foram devolvidos.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

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