Um ano depois da prisão de Lula, Moro passa a fazer lives com Bolsonaro

Responsável pela eleição de Jair Bolsonaro, ao prender o ex-presidente Lula numa sentença contestada por juristas do Brasil e do mundo, o ex-juiz Sérgio Moro agora faz lives nas redes sociais com seu chefe, cuja popularidade vem despencando; "Se der errado, a culpa é dele [Bolsonaro]", disse Moro sobre sua estreia no Twitter; em oito anos de governo, Lula se tornou o presidente mais aprovado da história do Brasil; em 100 dias, Bolsonaro é o presidente pior avaliado  

Um ano depois da prisão de Lula, Moro passa a fazer lives com Bolsonaro
Um ano depois da prisão de Lula, Moro passa a fazer lives com Bolsonaro

247 - Responsável pela eleição de Jair Bolsonaro, ao prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva numa sentença contestada por juristas do Brasil e do mundo, o ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, agora participa de lives nas redes sociais. 

Nesta quinta-feira, 4, a três dias de completar um ano da decisão em que mandou prender o ex-presidente Lula, após o Supremo Tribunal Federal lhe negar a presunção de inocência, Sérgio Moro apareceu ao lado de Bolsonaro, que vem assistindo sua popularidade despencar desde o início do ano. 

Bolsonaro mencionou a entrada de Moro no Twitter, onde ele assume de maneira explícita seu perfil de agente político, e que foi movimentou a rede social nesta quinta. "Resolvi aderir ao twitter pois é um instrumento poderoso de comunicação. A ideia é divulgar os projetos e as propostas do Ministério da Justiça e Segurança Pública", disse Moro. Na live, atribuiu a aventura nas redes ao chefe. "Se der errado, a culpa é dele [Bolsonaro]", disse Moro. 

Ao deixar o ambiente protegido do Judiciário e se lançar na política, Sérgio Moro acabou se tornando alvo de inúmeros constrangimentos. O mais recente deles veio de seus seguidores no próprio Twitter, que o questionaram sobre as relações de Bolsonaro com o ex-assessor Fabrício Queiroz. Outro constrangimento para o ministro da Justiça está na insistência do governo Bolsonaro de negar que tenha havido um Golpe Militar em 1964. A posição foi reafirmada pelo País em documento à ONU. 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247