União cobra R$ 22,7 mi de José Dirceu sob acusação de sonegação fiscal

Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional está cobrando R$ 22,7 milhões do ex-ministro José Dirceu, preso desde 2015 em Curitiba, sob a acusação de que ele teria cometido sonegação fiscal; segundo a Procuradoria 'é indiscutível que, dentre as diversas ilegalidades praticadas por José Dirceu, as quais o tornaram réu investigado em inúmeras ações penais no âmbito da Operação Lava Jato, existiram atos que implicaram no desrespeito de normas tributárias'; PGFN pediu a tutela antecipada de bens do ex-ministro que já haviam sido indisponibilizados pela Justiça

Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional está cobrando R$ 22,7 milhões do ex-ministro José Dirceu, preso desde 2015 em Curitiba, sob a acusação de que ele teria cometido sonegação fiscal; segundo a Procuradoria 'é indiscutível que, dentre as diversas ilegalidades praticadas por José Dirceu, as quais o tornaram réu investigado em inúmeras ações penais no âmbito da Operação Lava Jato, existiram atos que implicaram no desrespeito de normas tributárias'; PGFN pediu a tutela antecipada de bens do ex-ministro que já haviam sido indisponibilizados pela Justiça
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional está cobrando R$ 22,7 milhões do ex-ministro José Dirceu, preso desde 2015 em Curitiba, sob a acusação de que ele teria cometido sonegação fiscal; segundo a Procuradoria 'é indiscutível que, dentre as diversas ilegalidades praticadas por José Dirceu, as quais o tornaram réu investigado em inúmeras ações penais no âmbito da Operação Lava Jato, existiram atos que implicaram no desrespeito de normas tributárias'; PGFN pediu a tutela antecipada de bens do ex-ministro que já haviam sido indisponibilizados pela Justiça (Foto: Paulo Emílio)

247 - Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional está cobrando R$ 22,7 milhões do ex-ministro José Dirceu, preso desde 2015 em Curitiba, sob a acusação de que ele teria cometido sonegação fiscal. Segundo a Procuradoria 'é indiscutível que, dentre as diversas ilegalidades praticadas por José Dirceu, as quais o tornaram réu investigado em inúmeras ações penais no âmbito da Operação Lava Jato, existiram atos que implicaram no desrespeito de normas tributárias'.

Segundo os procuradores, "as operações por ele (Dirceu) praticadas, bem como a renda que era auferida não eram declaradas aos órgãos da administração tributária e o dolo de omitir os fatos geradores ensejou a consumação do crime de sonegação fiscal em diversas oportunidades".

A PGFN pediu tutela provisória de urgência cautelar, alegando "risco de não satisfação dos créditos tributários obrigatoriamente lançados em face de José Dirceu". Ainda segundo o documento, caso a tutela seja indeferida se os bens indisponibilizados nesses autos forem destinados a alguma outra vítima ou aos órgãos de persecução penal de forma definitiva, não restará patrimônio apto a promover a reparação do dano da Fazenda Nacional, já que José Dirceu está com todos os bens sequestrados em favor da Justiça Criminal, como decorrência da sua origem ilícita".

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