Uso do Exército contra o crime nos estados triplica

Ao longo dos últimos 25 anos, o emprego das Forças Armadas brasileiras no combate ao crime organizado nos estados cresceu três vezes; ao todo foram 181 ações do Exército, Marinha e Aeronáutica; maioria das operações estão relacionadas à Garantia de Lei e da Ordem (GLO)

Ao longo dos últimos 25 anos, o emprego das Forças Armadas brasileiras no combate ao crime organizado nos estados cresceu três vezes; ao todo foram 181 ações do Exército, Marinha e Aeronáutica; maioria das operações estão relacionadas à Garantia de Lei e da Ordem (GLO)
Ao longo dos últimos 25 anos, o emprego das Forças Armadas brasileiras no combate ao crime organizado nos estados cresceu três vezes; ao todo foram 181 ações do Exército, Marinha e Aeronáutica; maioria das operações estão relacionadas à Garantia de Lei e da Ordem (GLO) (Foto: Aquiles Lins)

247 - Ao longo dos últimos 25 anos, o emprego das Forças Armadas brasileiras no combate ao crime organizado nos estados cresceu três vezes. Ao todo foram 181 ações do Exército, Marinha e Aeronáutica. A maioria das operações estão relacionadas à Garantia de Lei e da Ordem (GLO). As informações são de levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. 

Ao todo, cada uma mobilizou em média 3.717 homens e mulheres. A maioria das ações de combate à criminalidade nos anos 1990 tinha como causa a greve de polícias estaduais. O perfil agora é outro. Até para a revista de presídios o Exército foi convocado: a Operação Varredura, que acaba no dia 17 de janeiro. Nessas ações, a polícia estadual separava os presos enquanto os homens do Exército vasculhavam as celas de 31 presídios. 

A percepção de que o emprego dos militares no combate à criminalidade está cada vez mais comum é sustentada pelos números. É o que disse anteontem o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, no Twitter. “Preocupa-me o constante emprego do Exército em ‘intervenções’ (GLO) nos Estados. Só no Rio Grande do Norte, as Forças Armadas já foram usadas 3 vezes, em 18 meses. A segurança pública precisa ser tratada pelos Estados com prioridade ‘zero’.”

 

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