Vaccarezza teria recebido US$ 500 mil em propinas, diz PGR

Ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, preso nesta sexta-feira (18) pela Polícia Federal, é investigado pela suspeita de ter recebido US$ 500 mil em propina para favorecer a empresa norte-americana Sargeant Marine em 12 contratos celebrados pela Petrobras que somam cerca de US$ 180 milhões, entre 2010 e 2013; segundo a PGR, Vaccarezza teria atuado no "contexto do esquema político-partidário que drenou a Petrobras, agindo em nome do Partido dos Trabalhadores"

Ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, preso nesta sexta-feira (18) pela Polícia Federal, é investigado pela suspeita de ter recebido US$ 500 mil em propina para favorecer a empresa norte-americana Sargeant Marine em 12 contratos celebrados pela Petrobras que somam cerca de US$ 180 milhões, entre 2010 e 2013; segundo a PGR, Vaccarezza teria atuado no "contexto do esquema político-partidário que drenou a Petrobras, agindo em nome do Partido dos Trabalhadores"
Ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, preso nesta sexta-feira (18) pela Polícia Federal, é investigado pela suspeita de ter recebido US$ 500 mil em propina para favorecer a empresa norte-americana Sargeant Marine em 12 contratos celebrados pela Petrobras que somam cerca de US$ 180 milhões, entre 2010 e 2013; segundo a PGR, Vaccarezza teria atuado no "contexto do esquema político-partidário que drenou a Petrobras, agindo em nome do Partido dos Trabalhadores" (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, preso nesta sexta-feira (18) pela Polícia Federal, é investigado pela suspeita de ter recebido US$ 500 mil em propina para favorecer a empresa norte-americana Sargeant Marine em 12 contratos celebrados pela Petrobras que somam cerca de US$ 180 milhões, entre 2010 e 2013.

Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), as provas adicionais referentes as investigações foram colhidas ao longo do tempo compreendido entre a primeira e a 16ª fase da Operação Lava Jato e, também, a partir da delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Segundo a PGR, Vaccarezza teria atuado no "contexto do esquema político-partidário que drenou a Petrobras, agindo em nome do Partido dos Trabalhadores'. "Na divisão de valores das propinas, há documentos indicando seu direcionamento tanto para a "casa" (funcionários da Petrobras) como para o "PT". Os valores então devidos ao partido, totalizando propinas de pelo menos cerca de US$ 500 mil, foram destinados em grande parte a Vaccarezza, sendo possível que a investigação venha a revelar outros destinatários das vantagens ilícitas", destaca o documento da força-tarefa da Lava Jato.

Além de Vaccareza, outros dois gerentes da Petrobras e o representante da Sargeant Marine também tiveram suas prisões temporárias decretadas pela Justiça. Eles são investigados pelas práticas dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

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