Vagner Freitas: Lula livre precisa ser o principal mobilizador de luta

Presidente da CUT aponta a participação dos sindicalistas na luta pela liberdade do ex-presidente Lula e avalia que essa pauta deve ser o principal alvo da mobilização social; “O Lula, além de inocente, é preso político. A defesa da previdência, do salário mínimo e das riquezas passam pela sua liberdade”, destaca, em entrevista à TV 247; assista

Vagner Freitas: Lula livre precisa ser o principal mobilizador de luta
Vagner Freitas: Lula livre precisa ser o principal mobilizador de luta

247 - Presidente da maior central sindical da América Latina, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas aponta a participação dos sindicalistas na luta pela liberdade do ex-presidente Lula, que encontra-se preso, arbitrariamente, desde o dia sete de abril. Ele ressalta que a luta pelo Lula Livre precisa ser o principal alvo da mobilização social e defende a maior capilaridade dos comitês Lula Livre.

Freitas diz que a CUT tem estimulado a criação de comitês Lula livre as várias fábricas, mas que a quantidade ainda é pequena. “Precisamos transformar a bandeira Lula Livre em estimulo de luta, tanto no Brasil quanto no exterior”, conclama.

No entanto, o presidente da CUT ressalta que os comitês precisam criar capilaridade. “Não adianta montar apenas em sedes de partidos ou sindicatos. É necessário expandir os comitês para as comunidades e postos de trabalho”, opina.

“O Lula, além de inocente, é preso político”, ressalta Freitas. Para ele, “A defesa da previdência, do salário mínimo e das riquezas passam pela sua liberdade”. “Esse inocente precisa ser logo solto para poder guiar e estimular a nossa luta”, defende Freitas.

Na entrevista, ele explica como funcionará a articulação com o futuro governo, de Jair Bolsonaro, para evitar a perda de direitos trabalhistas. "Vamos formular uma pauta única dos trabalhadores e apresentar ao governo. Se eles forem democráticos, irão ouvir", acredita.

Freitas também fez duras críticas à provável extinção do Ministério do Trabalho pelo presidente eleito e a distribuição das atribuições da pasta para outros três ministérios. "O trabalhador definitivamente não é uma prioridade do próximo governo", coloca.

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