Vai começar a guerra jurídica em torno das mensagens que Moro tentou destruir

O ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo Bolsonaro, bem que tentou destruir as mensagens reveladoras de que ele e procuradores da Operação Lava Jato cometeram ilegalidades, manipularam investigações e processos judiciais, o que resultou em condenações injustas como a do ex-presidente Lula; Moro fracassou no seu intento e o material ficará sob a guarda de juiz e poderá ser usado por advogados de réus

(Foto: Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo Bolsonaro bem que tentou destruir as mensagens reveladoras de que ele e procuradores da Operação Lava Jato cometeram ilegalidades, manipularam investigações e processos judiciais, o que resultou em condenações injustas como a do ex-presidente Lula; Moro fracassou no seu intento e o material ficará sob a guarda de juiz e poderá ser usado por advogados de réus na operação  É o que aponta reportagem de Rubens Valente na Folha de S.Paulo. 

Ele destaca que a investigação da Polícia Federal em torno do grupo de supostos hackers presos na última terça-feira (23) deu origem a uma disputa jurídica que deverá se estender nos tribunais em torno do destino a ser dado às mensagens e quem poderá ter acesso a elas. 

O tema ganha destaque quando se constata que "quando as mensagens começaram a ser publicadas pelo site The Intercept Brasil e outros veículos, como a Folha, os advogados de réus ou condenados pela Lava Jato, como o ex-presidente Lula, entenderam que elas poderiam conter elementos para uma rediscussão das decisões do então juiz Sergio Moro, sob o argumento da falta de imparcialidade do magistrado", indica a reportagem.

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