Venezuela: EUA pressionam, Mourão resiste

A pressão americana por um engajamento maior do governo brasileiro na estratégia de desestabilizar o presidente venezuelano Nicolás Maduro travestida de "ajuda humanitária" ganhou a imprensa internacional; Mourão deu entrevista à Bloomberg, com o título "Brasil agora anda com suavidade na Venezuela"; o vice-presidente brasileiro disse: "é difícil para o Brasil neste momento (...) especialmente devido a problemas orçamentários, desconsiderar a energia que vem"

Venezuela: EUA pressionam, Mourão resiste
Venezuela: EUA pressionam, Mourão resiste (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247- A pressão americana por um engajamento maior do governo brasileiro na estratégia de desestabilizar o presidente venezuelano Nicolás Maduro travestida de "ajuda humanitária" ganhou a imprensa internacional. Mourão deu entrevista à Bloomberg, com o título "Brasil agora anda com suavidade na Venezuela". O vice-presidente brasileiro disse: "é difícil para o Brasil neste momento (...) especialmente devido a problemas orçamentários, desconsiderar a energia que vem."

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo informa que a Bloomberg registrou que Mourão foi adido militar na Venezuela.

A matéria ainda destaca que "o New York Times de domingo entrevistou o almirante Craig Faller, chefe do Comando Sul dos EUA, em sua visita ao Brasil nesta semana. Segundo o jornal, ele 'vem elaborando planos para missões na Venezuela', uma das quais seria 'turboalimentar a entrega de ajuda humanitária'. Nas palavras de Faller, 'há uma gama de opções sobre a mesa'. Ele diz que 'há muitos generais na folha de pagamentos ilícitos de Maduro através de narcotráfico e lavagem de dinheiro'. Do Brasil ele foi para a ilha holandesa de Curaçao, próxima da capital venezuelana e outra base para a operação militar de 'ajuda humanitária'."

 

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