Vice da CUT: não temos outro caminho a não ser resistir

A vice-presidenta da CUT, Carmen Foro, reforçou a resistência contra a prisão do ex-presidente Lula determinada pelo juiz Sergio Moro; "Vamos resistir até o máximo que puder. Nossa morada é em São Bernardo", disse ela; a ordem de prisão foi emitida antes do processo transitar em julgado, antes de acabar todos os recursos possíveis da defesa do ex-presidente, o que fere a Constituição Federal (CF); o inciso LVII do artigo 5º da CF prevê que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória"

A vice-presidenta da CUT, Carmen Foro, reforçou a resistência contra a prisão do ex-presidente Lula determinada pelo juiz Sergio Moro; "Vamos resistir até o máximo que puder. Nossa morada é em São Bernardo", disse ela; a ordem de prisão foi emitida antes do processo transitar em julgado, antes de acabar todos os recursos possíveis da defesa do ex-presidente, o que fere a Constituição Federal (CF); o inciso LVII do artigo 5º da CF prevê que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória"
A vice-presidenta da CUT, Carmen Foro, reforçou a resistência contra a prisão do ex-presidente Lula determinada pelo juiz Sergio Moro; "Vamos resistir até o máximo que puder. Nossa morada é em São Bernardo", disse ela; a ordem de prisão foi emitida antes do processo transitar em julgado, antes de acabar todos os recursos possíveis da defesa do ex-presidente, o que fere a Constituição Federal (CF); o inciso LVII do artigo 5º da CF prevê que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Acho que não temos outro caminho a não ser a resistência", afirmou a vice-presidenta da CUT, Carmen Foro, em referência aos protestos contra a ordem de prisão contra o ex-presidente Lula emitida pelo juiz Sergio Moro. "Vamos resistir até o máximo que puder. Nossa morada é em São Bernardo", disse ela, conforme relato publicado na Rede Brasil Atual.

A sindicalista destacou a realização de manifestações em várias cidades do País, com fechamento de estradas. "Nós não podemos, não devemos aceitar." Carmen reafirmou que a posição pública do PT e dos movimentos sociais é de apoio ao direito de Lula ser candidato à presidência da República.

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