Vice-presidente do Aliança pelo Brasil critica ida de Bolsonaro a ato golpista e rejeita ataques contra Maia

"Não quero julgar o presidente. Não sei as razões dele, mas eu optei por não ir. Isso só alimenta os adversários. Achei inadequado esse movimento. Não concordo com isso (intervenção militar)", disse o vice-presidente do Aliança pelo Brasil, Luís Felipe Belmonte

Luís Felipe Belmonte
Luís Felipe Belmonte (Foto: Reprodução | Reuters)
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247 - O vice-presidente da Aliança pelo Brasil, partido em gestação idealizado por Jair Bolsonaro, o empresário Luís Felipe Belmonte, disse que o ato pró-golpe do qual o ex-capitão participou no último domingo (19) foi “inadequado” e que não concorda com os pedidos de intervenção militar e com os ataques  ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Para ele, a estratégia de confrontos feita por Bolsonaro vem fazendo com que ele “perca muito apoio”.  

"Não quero julgar o presidente. Não sei as razões dele, mas eu optei por não ir. Isso só alimenta os adversários. Achei inadequado esse movimento. Não concordo com isso (intervenção militar)", disse Belmonte em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo

"Essa conversa de intervenção militar é bobagem. Existe uma previsão legal. O artigo 142 disciplina a atuação das Forças Armadas e prevê que elas podem ser chamadas por qualquer um dos três Poderes para a garantia da lei e da ordem. A única previsão de intervenção é no caso de se instalar o caos completo, uma avalanche de crimes, crises, assaltos, o que não está acontecendo", completou.

Sobre o fato de Bolsonaro estar cada vez mais isolado, Belmonte admitiu que ele vem perdendo apoio. "Eu não diria isolado, mas ele perdeu muito apoio", afirmou. Belmonte também criticou os ataques feitos por bolsonaristas contra o presidente da Câmara nas redes sociais. “Acho essa história de 'fora fulano' ou 'fora sicrano' despropositada. Não defendo o fora ninguém, embora Maia tenha feito alguns atropelos", disse.   

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