Vídeo explica por que devemos ser contra a ADI 3239, que afeta os quilombolas

Produzido pelo mandato da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), vídeo detalha o que prevê a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo antigo PFL (atual DEM) e que pode ser aprovado pelo STF; "Lutar contra a ADI 3239 é lutar em defesa da história, do pertencimento, do respeito, da memória e do direito das comunidades quilombolas à terra", defende a mensagem do vídeo; assista

Produzido pelo mandato da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), vídeo detalha o que prevê a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo antigo PFL (atual DEM) e que pode ser aprovado pelo STF; "Lutar contra a ADI 3239 é lutar em defesa da história, do pertencimento, do respeito, da memória e do direito das comunidades quilombolas à terra", defende a mensagem do vídeo; assista
Produzido pelo mandato da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), vídeo detalha o que prevê a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo antigo PFL (atual DEM) e que pode ser aprovado pelo STF; "Lutar contra a ADI 3239 é lutar em defesa da história, do pertencimento, do respeito, da memória e do direito das comunidades quilombolas à terra", defende a mensagem do vídeo; assista (Foto: Gisele Federicce)

247 - Um vídeo produzido pelo mandato da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) detalha o que prevê a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo antigo PFL (atual DEM) e que pode ser aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, afetando diretamente as comunidades quilombolas.

O partido, na ação, questiona o procedimento para identificação, reconhecimento, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades quilombolas. Movimentos em defesa das comunidades quilombolas têm protestado contra sua aprovação no Supremo.

“Lutar contra a ADI 3239 é lutar em defesa da história, do pertencimento, do respeito, da memória e do direito das comunidades quilombolas à terra”, defende a mensagem do vídeo. Assista acima.

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