Vítimas de chacina no Mato Grosso têm sinais de tortura

Técnicos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do Mato Grosso que realizaram os exames de necropsia nos corpos dos nove trabalhadores rurais assassinados na área de Taquaruçu do Norte, a mais de 350 km da zona urbana de Colniza, apontam sinais de tortura nos corpos; alguns dos corpos foram amarrados e outros decapitados, além de apresentarem marcas de enxadadas e facadas, não apenas de tiros. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos duas vítimas foram assassinadas a golpes de facão e o restante por tiros de uma arma calibre 12; segundo o comandante da Polícia Militar em Colniza, tenente Hélio Alves Cardoso, até o momento as investigações apontam que as vítimas estavam começando um loteamento irregular na região

Técnicos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do Mato Grosso que realizaram os exames de necropsia nos corpos dos nove trabalhadores rurais assassinados na área de Taquaruçu do Norte, a mais de 350 km da zona urbana de Colniza, apontam sinais de tortura nos corpos; alguns dos corpos foram amarrados e outros decapitados, além de apresentarem marcas de enxadadas e facadas, não apenas de tiros. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos duas vítimas foram assassinadas a golpes de facão e o restante por tiros de uma arma calibre 12; segundo o comandante da Polícia Militar em Colniza, tenente Hélio Alves Cardoso, até o momento as investigações apontam que as vítimas estavam começando um loteamento irregular na região
Técnicos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do Mato Grosso que realizaram os exames de necropsia nos corpos dos nove trabalhadores rurais assassinados na área de Taquaruçu do Norte, a mais de 350 km da zona urbana de Colniza, apontam sinais de tortura nos corpos; alguns dos corpos foram amarrados e outros decapitados, além de apresentarem marcas de enxadadas e facadas, não apenas de tiros. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos duas vítimas foram assassinadas a golpes de facão e o restante por tiros de uma arma calibre 12; segundo o comandante da Polícia Militar em Colniza, tenente Hélio Alves Cardoso, até o momento as investigações apontam que as vítimas estavam começando um loteamento irregular na região (Foto: Aquiles Lins)

247 - Técnicos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do Mato Grosso que realizaram os exames de necropsia nos corpos dos nove trabalhadores rurais assassinados na área de Taquaruçu do Norte, a mais de 350 km da zona urbana de Colniza, apontam sinais de tortura nos corpos. 

Alguns dos corpos foram amarrados e outros decapitados, além de apresentarem marcas de enxadadas e facadas, não apenas de tiros. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos duas vítimas foram assassinadas a golpes de facão e o restante por tiros de uma arma calibre 12.

"Foi o caso mais desafiador e com o emprego de maior violência. Nunca havia pego um caso com tamanhas proporções", disse o perito criminal Daniel Soares, em entrevista à TV Centro América.

Segundo os policiais civis e militares que estão atuando na investigação do crime, o clima é de medo em Taquaraçu do Norte, onde moram cerca de 100 famílias. Os moradores estão abalados e assustados e a segurança no local foi reforçada.

Neste sábado (22), as testemunhas do crime começaram a ser ouvidas pela polícia. Segundo o comandante da Polícia Militar em Colniza, tenente Hélio Alves Cardoso, até o momento as investigações apontam que as vítimas estavam começando um loteamento irregular na região. Todos os homens assassinados foram encontrados dentro de suas casas.

"Tem uma estrada, por onde essa quadrilha deve ter passado, e uns barracos ao longo dela. Eles foram entrando e executando, barraco por barraco, as pessoas que estavam dentro deles", disse.

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