Wanderley Guilherme dos Santos: eleição ou rendição ao adversário?

"Faz-se eleição porque não há nada mais indicado para substituir pacificamente os governantes" escreve, em seu blog, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos"; "A reflexão mais acurada sobre esse "fuzzy set", esse conjunto nebuloso de razões, tem sido a de Luiz Inácio Lula da Silva quando em todas as suas campanhas adverte o eleitorado de que não votar significa conceder a outrem o direito da escolha eleitoral. Não votar implica, automaticamente, desistir de, com seu voto, neutralizar um voto contrário. Em outras palavras, favorece o adversário", afirma

"Faz-se eleição porque não há nada mais indicado para substituir pacificamente os governantes" escreve, em seu blog, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos"; "A reflexão mais acurada sobre esse "fuzzy set", esse conjunto nebuloso de razões, tem sido a de Luiz Inácio Lula da Silva quando em todas as suas campanhas adverte o eleitorado de que não votar significa conceder a outrem o direito da escolha eleitoral. Não votar implica, automaticamente, desistir de, com seu voto, neutralizar um voto contrário. Em outras palavras, favorece o adversário", afirma
"Faz-se eleição porque não há nada mais indicado para substituir pacificamente os governantes" escreve, em seu blog, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos"; "A reflexão mais acurada sobre esse "fuzzy set", esse conjunto nebuloso de razões, tem sido a de Luiz Inácio Lula da Silva quando em todas as suas campanhas adverte o eleitorado de que não votar significa conceder a outrem o direito da escolha eleitoral. Não votar implica, automaticamente, desistir de, com seu voto, neutralizar um voto contrário. Em outras palavras, favorece o adversário", afirma (Foto: Paulo Emílio)

247 - "Faz-se eleição porque não há nada mais indicado para substituir pacificamente os governantes" escreve, em seu blog, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos. "Depois, as coisas podem melhorar ou piorar, mas em caso algum ficarão paradisíacas, até porque o melhor para alguns costuma ser o purgatório para outros". "Mas faz-se eleição, de qualquer modo, porque não há oferta mais atraente em circulação. Ou eleição ou pior", diz. 

"Eleições maculadas por condicionalidades são eleições constrangidas, vide todas as disputas nas eleições proporcionais durante a ditadura". "Eleição, mesmo constrangida, é sempre melhor do que nenhuma eleição". "É heterogêneo o conjunto de não votantes. Uns por indiferença crônica; outros tantos acreditam que, naquela eleição, seu candidato não tem chance de vitória; muitos porque, descrentes, não esperam recompensa alguma independente de quem seja o vencedor em qualquer eleição; e, enfim, os não participantes "ativos", os que avaliam que, no caso específico, a mais significativa participação consiste em não votar ou anular o voto", ressalta.

"A reflexão mais acurada sobre esse "fuzzy set", esse conjunto nebuloso de razões, tem sido a de Luiz Inácio Lula da Silva quando em todas as suas campanhas adverte o eleitorado de que não votar significa conceder a outrem o direito da escolha eleitoral. Não votar implica, automaticamente, desistir de, com seu voto, neutralizar um voto contrário. Em outras palavras, favorece o adversário, corresponde à decisão de entregar a terceiros a vitória que desejaria para seu candidato preferencial ou próximo. Eleição ou rendição ao adversário? Não existe o nada eleitoral", diz. 

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