Depois de Bolsonaro atacar Folha, Weintraub pergunta se jornal quer dar maconha a crianças

"Perguntar não ofende: será que a 'maravilhosa' família frias planeja investir no fornecimento legal de maconha aos nossos filhos? Quanto vão ganhar?", indagou o ministro da Educação, ao comentar reportagem sobre a previsão do mercado da maconha medicinal no país

Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Após Jair Bolsonaro criticar os anunciantes do jornal Folha de S. Paulo, foi a vez do ministro da Educação, Abraham Weintraub, atacar o veículo de comunicação. Para Weintraub, a série de reportagens publicadas pelo jornal sobre o uso medicinal da maconha seria o primeiro passo para “liberar” a substância. 

“Fumar maconha é bonito, está no jornal. ‘Vamos liberar a maconha’, está no jornal todo dia. Para quê, para depois ser crack? Ou para quem está defendendo liberar maconha montar uma fábrica de maconha para vender para os nossos filhos?”, disse Weintraub nesta segunda-feira (7) durante um evento de entrega de veículos de transporte escolar em São Paulo. 

O ministro também usou sua conta no Twitter para questionar se a “maravilhosa família Frias”, controladora do jornal, pretende investir na produção de maconha. “Perguntar não ofende: será que a ‘maravilhosa’ família Frias planeja investir no fornecimento legal de maconha aos nossos filhos? Quanto vão ganhar? Quem será o banqueiro parceiro? Vão pedir grana ao BNDES? Eles estimulam os filhos deles a consumir drogas ou apenas os nossos?”, postou. 

Confira a postagem de Abraham Weintraub sobre o assunto. 

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247